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O tão especulado iWatch da Apple fez com que seus concorrentes entrassem em um frenesi pela disputa do primeiro lugar no mercado, forçando-os a lançar vários dispositivos vestíveis antes mesmo que o relógio da Maçã tenha sido oficialmente anunciado – ou que sequer se saiba ao certo quais suas especificações. No entanto, os rumores têm revelado cada vez mais sobre o acessório conforme se aproxima seu anúncio neste ano.

Agora, fontes internas da indústria indicaram à mídia coreana que a Apple pretende usar baterias fabricadas pela LG e pela Samsung no iWatch e que esses componentes não serão curvados, mas sim unidades comuns de íon de lítio – ou não tão comuns assim, já que diz-se que a empresa da Maçã está comprando as baterias “empilhadas” da LG Chem. A tecnologia permite que capacidades maiores sejam encaixadas em todos as partes dos dispositivos.

Ainda assim, a Apple mantém suas práticas habituais e parece estar dividindo suas apostas. Segundo a publicação coreana, a companhia também aprovou a Tianjin Lishen Battery como uma terceira fornecedora para o componente no iWatch.

Cuidando de você

(Fonte da imagem: Reprodução/TecnoEtc)

Além disso, as fontes internas indicam que o relógio não terá o especulado recurso de recarga solar ou a tela curva, já que não faria sentido dobrar um display de menos de 2 polegadas – o que só ganhou força após testes de ergonomia revelarem que o formato seria desconfortável para uso por muitas horas nos diferentes tamanhos de pulsos.

Informações recentes, ainda não confirmadas, apontam que a Apple contratou o doutor Roy J. E. M. Raymann, um cientista conhecido por seu trabalho sobre distúrbios do sono. O pesquisador trabalhou com vários sensores que medem o repouso e sua contratação deve dar à equipe do iWatch um expert que está diretamente ligado ao foco em saúde que supostamente faz parte dos planos da empresa da Maçã para o relógio e para o iOS 8.

Acredita-se que a versão mais nova do sistema operacional vá receber um aplicativo chamado HealthBook, que apresentaria um conjunto de cards mostrando os sinais vitais de seus usuários. O app também deve medir a quantidade e o efeito de certos exercícios concluídos por quem estiver vestindo o iWatch, como a quantidade de passos dados e de calorias queimadas, por exemplo.

Contando carneirinhos

(Fonte da imagem: Reprodução/9to5Mac)

O doutor Raymann tem histórico na indústria de aparelhos vestíveis por ter trabalho na empresa alemã Philips, onde fundou o Philips Sleep Experience Laboratory. Lá, ele testou formas de prevenir queimadura por gelo e temperaturas extremamente frias e até estudou maneiras para que as pessoas possam dormir em condições gélidas. Ele tem experiência com o uso de sensores que rastreiam medidas e padrões relacionados ao sono.

Uma das teorias do cientista que poderia ser útil, por exemplo, é a de que o uso de leve aquecimento na pelo pode alterar a “pressão de sono, qualidade de descanso e estado de alerta” de uma pessoa. Oferecer uma forma segura e não farmacológica de ajudar os donos do iWatch a tirar uma soneca poderia dar uma vantagem ao relógio da Apple sobre a competição, já que acredita-se que vai haver um dura batalha por fatias do mercado de smartwatchs.

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