A discussão para saber se os robôs e sua inteligência artificial vão substituir os humanos já é real, mas o importante é que muitos deles podem auxiliar a até mesmo salvar vidas! No Brasil, o hospital particular 9 de Julho, de São Paulo, adquiriu recentemente sua segunda unidade de um robô-cirurgião para procedimentos complexos.

O “Da Vinci” não é exatamente uma novidade. Ele auxilia os profissionais da saúde durante a chamada cirurgia videolaparoscópica robô-assistida, porém o médico ainda é quem conduz totalmente o aparelho e realiza a operação.

A máquina, que é importada, custou cerca de R$ 10 milhões ao hospital. Além disso, estima-se um investimento próximo aos R$ 500 mil em outros equipamentos, além da adaptação de uma sala para abrigar o novo robô.

O modelo é mais moderno do que o que o hospital já possuía, tendo duas novas funções: uma iluminação guiada por fluorescência com visualização por infravermelho para verificar, em tempo real, quais microestruturas estão ao alcance do cirurgião e um instrumento que permite aperfeiçoar o corte de vasos de até 7 milímetros de diâmetro e tecidos pequenos.

O robô-cirurgião entrega maior precisão aos movimentos do médico

Para você entender a complexidade com que o robô trabalha, em uma demonstração, o equipamento conseguiu costurar a casca de uma uva novamente na fruta, que estava presa dentro de uma espécie de garrafa.

Até o momento, o hospital brasileiro já realizou mais de 1,6 mil cirurgias com o primeiro aparelho, adquirido em 2012, e pretende dobrar esse número com o novo robô.

No país, a primeira cirurgia do mesmo modelo foi feita em 2008, no Hospital Sírio Libanês. O Hospital de Clínicas de Porto Alegre realizou em 2013 o primeiro procedimento pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

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