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Conheça 10 redes sociais que você nunca ouviu falar

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Pense no nome de algumas das redes sociais mais conhecidas do mundo. Facebook, Instagram, YouTube, Snapchat, LinkedIn, Twitter e Tumblr. Se forçarmos um pouco mais a cabeça, lembraremos de outras (vivas ou não) como Orkut, VK, Ello, Skoob, Fashion.me etc. São muitas as redes sociais pela internet e isso significa duas coisas: humanos amam se conectar e as redes são bem rentáveis para os donos — quando atingem uma base de usuários considerável.

Por isso, a internet está recheada de redes sociais com diversos propósitos. A quantidade é tão alta que vamos lhe apresentar 10 sites que você provavelmente nunca ouviu falar. As propostas também são diferentes: todos buscam um nicho de usuário bem específico.

Agora, acompanhe as redes e veja se você se encaixa em alguma delas.

Line for Heaven

Para você que busca a salvação, um grupo de desenvolvedores cristãos projetou o Line for Heaven. Basicamente, ele coloca religiosos para competir por "pontos de carma". Quanto mais pontos, o usuário fica mais próximo do "paraíso".

Se você estiver interessado, é necessário ganhar pontos de carma realizando tarefas como ajuda humanitária (suporte, você não precisa realmente colocar a mão na massa) e jogar bem alguns games dentro da rede. Outras ações também valem, como confessar os "pecados" (que vale 20 pontos) e "abençoar e perdoar" outros usuários (também 20 pontos).

O usuário mais próximo do paraíso, na Line for Heaven, é o Angel#1. Sim, não estamos brincando.

Nextdoor e Tem açúcar?

Aqui a ideia é juntar a vizinhança. A Nextdoor permite que pessoas do mesmo bairro se conectem para trocar ideias, oferecer serviços e até alertar sobre crimes. A rede social é "privada", ou seja, você só pode adicionar quem mora próximo de você.

O "Tem açúcar?" segue a mesma linha, mas é brasileiro. Ele é mais focado na troca ou empréstimo de bens entre vizinhos. Por exemplo, se você precisa de um martelo para terminar de montar algum móvel, basta fazer a solicitação e encontrar algum vizinho caridoso.

ZiiTrend

Infelizmente, a ZiiTrend já está morta. Mas ela fez um certo sucesso nos primórdios da internet, já que prometia "ler o futuro". Por meio de algoritmos, a rede pegava os dados de interesses de usuários e trazia questões do futuro para serem votadas.

Então, após uma votação, ela trazia eventos "falsos" como se fossem realmente acontecer. A ideia era interessante, mas com uma interface nada amigável, a ZiiTrend hoje não passa de uma leve memória na história de redes sociais.

Ncludr

Desenvolvida como uma sátira ao Facebook, a rede social permitia que todas as pessoas se conectassem sem a necessidade de enviar solicitações. A ideia era mostrar a quantidade de amigos virtuais com a quantidade de pessoas que você realmente conversa.

Deep Web (dark web)

A Deep Web também é recheada de redes sociais — e você pode aprender mais sobre navegar por essas águas clicando aqui. Uma das redes existentes é a Galaxy2, que funciona como uma network comum, mas na Deep Web. E os usuários dela são tão ativos como em qualquer outra rede normal.

Outra é a Darknet Nation, que aglutina usuários com ideias políticas mais radicais. Ou seja, é o local em que os extremos se encontram.

Chirp

A Chirp faz algo bem interessante: ela encoda imagens e arquivos como som. Além disso, permite que os usuários se conectem e compartilhem informações mesmo sem conexão de dados ou WiFi.

A ideia nesta rede é compartilhar tudo o que for possível via áudio. Então, se você é um entusiasta da música, vale a pena dar uma olhada.

REMCloud

A REMCloud busca interações focadas em sonhos. Sim: você adiciona os seus sonhos para que outros usuários saibam e comentem. A ideia é trocar significados e diferentes interpretações.

Um recurso interessante é o Dream Mosaic, um mapa que mostra o que as pessoas estão sonhando em diferentes partes do mundo — atualizado pelos próprios usuários.

Stache Passions

A rede social é exclusiva para pessoas apaixonadas por homens de bigode. Se você ostenta um bem estranho e grande, é capaz de fazer mais sucesso ali dentro. Também é um bom lugar para a paquera, já que várias mulheres e homens estão buscando um par.

Affluence

Para entrar na Affluence, você precisa ganhar pelo menos US$ 200 mil por ano ou possuir um patrimônio líquido de US$ 1 milhão — sim, eles checam isso. A única maneira de entrar sem possuir essa dinheirama, é ser indicado por cinco usuários.

Segundo o criador, Russel Rockefeller, ela serve para conectar "pessoas de sucesso" que querem ficar sabendo das melhores festas e eventos pelo mundo.

ASmallWorld

Aqui é mais difícil para entrar: você precisa de um convite, pelo menos um diploma e ter dinheiro suficiente para fazer a aplicação. São US$ 110 por ano e você também precisa disputar uma vaga, já que a rede social suporta apenas 250 mil membros.

Nela, dicas de hotéis, restaurantes e tudo que há de "melhor" no mundo é apresentado aos usuários. A ideia é criar experiências VIP para os participantes da rede.

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