Instagram é processado em US$ 500 bi por função que nem existe no app

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O Instagram foi acusado de coletar dados biométricos de usuários sem o consentimento deles e usar essas informações para criar uma base de dados para identificação de pessoas. A rede social, que pertence ao Facebook, é agora alvo de um processo sobre o caso nos Estados Unidos com base na lei do estado norte-americano de Illinois.

De acordo com a legislação, companhias que coletam dados biométricos em geral sem pedir a permissão do usuário devem ser banidas ou duramente penalizadas. Em julho, o próprio Facebook sugeriu o pagamento de US$ 650 milhões como acerto em um processo parecido em Illinois.

No caso do Instagram, o cálculo feito pela petição sugere um pagamento forçado de US$ 1 mil a US$ 5 mil por violação para até 100 milhões de usuários — ou seja, uma multa que poderia chegar a até US$ 500 bilhões na pena máxima.

E agora?

Apesar dos valores assustadores, o Instagram está tranquilo em relação à acusação. Segundo o Business Insider, que recebeu um comunicado da empresa, o processo não tem qualquer fundamento por um detalhe importante: o Instagram não utiliza nenhuma forma de tecnologia de reconhecimento facial, ao contrário do Facebook.

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