O Facebook está contratando um Diretor de Política de Direitos Humanos que desenvolverá abordagens que fomentem os direitos humanos e a paz, ao mesmo tempo, reprimam aqueles que "nutrem o ódio, sufocam a expressão e enfraquecem os direitos humanos". Esse líder orientaria as investigações sobre os violadores de direitos humanos e trabalharia com o governo e com os parceiros corporativos.

O Facebook tem enfrentado críticas, pelo governo de Mianmar, por sua resposta lenta ao uso de sua rede social para alimentar atrocidades, e está determinado a impedir que isso aconteça novamente. A rede também tem sido alvo de vários estudos ao redor do mundo, onde, frequentemente, o aumento de sua utilização tem sido relacionado a uma maior incidência de atos de intolerância pelos usuários, seja na própria rede ou fora dela.

Além disso, seis organizações repreenderam o site por levar mais de um ano para tomar parte de informações errôneas que ajudaram a alimentar o genocídio dos Rohingya em Mianmar; a empresa não quer ser colocada novamente nessa posição. De fato, os esforços do Facebook para conter fake news e ondas de intolerância podem não apenas afetar os resultados eleitorais, mas também, em alguns casos, salvar vidas e proteger a dignidade humana básica.

O futuro diretor precisaria de pelo menos 12 anos de experiência em políticas públicas e direitos humanos (inclusive em países em desenvolvimento) e alguma experiência em tecnologia.

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