Depois do escândalo da Cambridge Analytica, o Facebook quer mostrar serviço e, hoje (23), fez uma publicação em seu blog oficial explicando como a rede social vem agindo em relação ao terrorismo. Monika Bickert, vice-presidente do Facebook para gerenciamento de políticas globais, disse que já foram removidas da plataforma mais de 1,9 milhão de publicações relacionadas a terrorismo no primeiro trimestre deste ano, sendo que 99% dessas ocorrências foram encontradas pela equipe humana de moderadores da rede social especializada em terrorismo. 1% foram de denúncias de usuários. Mas como é que esse pessoal separa o que é terrorismo do que não é?

A empresa publicou uma espécie de definição interna, desenvolvida para ajudar os moderadores a classificar coisas como terrorismo e, dessa maneira, tomarem decisões mais assertivas quando resolvem remover ou manter publicações no ar. Confira a definição na íntegra.

violência contra pessoas ou propriedade com a finalidade de intimidar uma população civil, governo ou organização internacional

“Qualquer organização não governamental que pratica atos premeditados de violência contra pessoas ou propriedade com a finalidade de intimidar uma população civil, governo ou organização internacional para alcançar objetivos políticos, religiosos ou ideológicos”.

De acordo com a postagem, são mais de 200 pessoas trabalhando na moderação exclusiva para terrorismo no Facebook. No primeiro trimestre de 2018, essa equipe teria removido duas vezes mais publicações classificadas como terrorismo do que nos últimos três meses de 2017.

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