As próteses atuais, por mais tecnológicas que pareçam, ainda não emulam um braço ou uma perna suficientemente bem. A esperança mais próxima de alcançar esse realismo reside no BiOM, um pé biônico que está impressionando cientistas da área e pacientes que perderam parte do membro inferior em acidentes de trabalho ou no exército.

De acordo com a Forbes, a diferença é que a tecnologia envolvida na criação do BiOM é capaz de reproduzir cada região dessa parte do corpo, como o tornozelo e o calcanhar, utilizando materiais sintéticos que se assemelhem ao máximo com tecidos e ossos da região.

Com isso, quem usa a prótese acaba cansando muito menos ao caminhar, já que a pessoa gasta a mesma quantidade de energia que era usada antes do acidente. A adaptação ao membro biônico também é mais eficiente, já que o cérebro “reconhece” o acessório com mais precisão e reacostuma  a pessoa aos movimentos naturais dos pés.

A ideia da iWalk, responsável pelo desenvolvimento da prótese, é aplicar a mesma tecnologia em membros biônicos que substituam outras parte do corpo, além de investir no comércio em massa das peças já existentes.

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