A Apple pode enfrentar problemas de estoque durante o lançamento do iPhone 18 Pro, segundo o analista da indústria Tim Culpan. Em uma publicação em seu blog, o analista pontua que a atual crise de memória RAM irá impactar diretamente a Maçã, visto que não há chips disponíveis.
O cenário apontado por Culpan é que a TSMC, responsável por fabricar os futuros chips A20 Pro da Apple, já teria produzido mais de US$ 1 bilhão em processadores. Apesar do alto volume de chips, a fabricante não consegue montar os aparelhos, uma vez que faltam módulos de memória RAM.
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Na prática, todos os processadores estão prontos, mas os smartphones não podem ser finalizados sem a memória. Dessa forma, surgem três grandes possibilidades para a Apple: a companhia repassar os custos dos aumentos ao consumidor; lançamento dos aparelhos ser postergado; ou realizar o lançamento na data estipulada, mas com poucas unidades disponíveis.
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O primeiro e o terceiro cenário são os mais especulados. Em especial, essa terceira possibilidade poderia ser aplicada tanto ao iPhone 18 Pro, quanto ao iPhone Ultra. O modelo dobrável da companhia também pode ter problemas de estoque e só ser comercializado com mais unidades a partir de 2027, conforme rumores.
Preços altos devem ser confirmados
Enquanto a chegada do iPhone 18 Pro com estoques limitados é apenas uma especulação, ainda que com muita base por trás, o aumento de preços realmente deve acontecer. Inúmeros analistas e até mesmo jornalistas especializados na cobertura da Apple preveem que os celulares da Maçã serão as próximas vítimas de preços mais caros.
As razões para esses aumentos exponenciais nos valores dos iPhones não são novidade e tem relação direta com os preços de componentes. Essa crescente no valor de chips DRAM para memória RAM e até de chips NAND para SSDs fará com que os celulares da Maçã catapultem de preço.
Um movimento como esse já é muito esperado pelo fato da Apple já ter anunciado que precisaria reajustar o valor dos seus produtos. Em junho, a companhia elevou o preço do MacBook Neo de entrada, que ficou R$ 1,2 mil mais caro. A versão mais básica do iPad padrão também encareceu com um grande acréscimo de 33%.
Rumores passados indicavam que a Apple tentava negociar com a chinesa CXMT para ser uma nova fornecedora, como solução para aliviar o problema. Porém, as negociações fracassaram porque as empresas não chegaram a um acordo sobre preços. Isso faz com que a Maçã continue dependente da Micron, SK Hynix e Samsung.
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Jeff Pu, um notório analista que cobre a Apple, divulgou recentemente que os preços do iPhone 18 Pro podem ficar entre US$ 250 e US$ 300 mais caros (entre R$ 1,3 mil e R$ 1,5 mil em conversão direta). Esses aparelhos devem ser anunciados em setembro, junto ao iPhone Ultra dobrável.
Por falar em celulares caros, a Samsung revelou que o Galaxy Z Fold 8 Ultra chega hoje ao Brasil pelo preço inicial de R$ 14.599. Siga o TecMundo no X, Instagram, Facebook e YouTube e assine a nossa newsletter para receber as principais notícias e análises diretamente no seu e-mail.
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