O aumento nos preços dos iPhones parece apenas uma questão de tempo, segundo múltiplas fontes. Segundo a Bloomberg indicou no domingo (2), é esperado um lançamento com preços mais altos para os vindouros iPhone 18 Pro. O analista da indústria Jeff Pu também acredita nisso.
Em uma publicação na rede social X, Pu sinaliza que os preços para os iPhone 18 Pro podem ficar entre US$ 250 e US$ 300 mais caros (cerca de R$ 1,3 mil e R$ 1,5 mil em conversão direta). Já Mark Gurman, da Bloomberg, tem uma análise um pouco mais conservadora sobre o assunto e pontua reajustes entre US$ 100 e US$ 200 (cerca de R$ 500 e R$ 1 mil).
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Essas mudanças no preço devem variar conforme o iPhone 18 Pro e o iPhone 18 Pro Max. Mas ao tomar o iPhone 17 Pro Max como base, lançado no ano passado por US$ 1.199 (R$ 6,1 mil), o iPhone 18 Pro Max pode chegar por mais de US$ 1,4 mil ao mercado norte-americano (mais de R$ 7,1 mil). O aumento seria de pelo menos 15%.
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Para o mercado brasileiro é muito difícil cravar que esses aumentos chegarão da mesma forma, mas parece quase certo que os aumentos também vão nos atingir. O iPhone 17 Pro Max chegou pelo preço sugerido de R$ 12.499, por exemplo. Ao adicionar um aumento mínimo de 15%, o valor sobe para R$ 14,4 mil.
Componentes mais caros inflacionam preços
As razões para esses aumentos exponenciais nos valores dos iPhones não são novidade e têm relação direta com os preços de componentes. Pu salienta que a crescente no valor de chips DRAM para memória RAM e NAND para SSDs fará com que os celulares da Apple catapultem de preço.
Inclusive, esse foi o mesmo motivo que levou a Apple a aumentar o preço de vários dos seus produtos em junho. No Brasil, essa leva de reajustes afetou principalmente o MacBook Neo de entrada, que ficou R$ 1,2 mil mais caro. A versão mais básica do iPad padrão também encareceu com um grande acréscimo de 33%.
Para além da questão de RAM e armazenamento, a Apple e mais fabricantes enfrentam outro problema: chips para processadores mais caros. Pu entende que os modelos fabricados em 2 nanômetros pela TSMC vão pesar na folha da Apple e esse seria mais um motivo para os valores altos em seus produtos.
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Gurman também reitera que o tão aguardado “iPhone Ultra”, suposto primeiro celular dobrável da Apple, será bem caro. O jornalista explica que esse aparelho não deve chegar ao mercado por menos de US$ 2 mil (R$ 10,1 mil). Isso já era algo esperado, principalmente com o Galaxy Z Fold 8 Ultra recente custando US$ 2.099.
Tanto o iPhone 18 Pro quanto o iPhone dobrável devem ser anunciados pela Apple em setembro deste ano. O iPhone 18 base deve ser revelado somente no primeiro trimestre de 2027, como parte de um novo cronograma de lançamentos da Maçã para o futuro.
Segundo um relatório recente da Counterpoint Research, o mercado de smartphones cresceu 7% no segundo trimestre do ano e a Apple lidera o segmento. Siga o TecMundo no X, Instagram, Facebook e YouTube e assine a nossa newsletter para receber as principais notícias e análises diretamente no seu e-mail.
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