A fabricante Xreal, uma das mais ativas atualmente na indústria de óculos inteligentes, apresentou uma nova linha de dispositivos nesta quarta-feira (27). Os modelos fazem parte da família X by Xreal, ou simplesmente XBX.
A estreia da marca é com o a01, um par de óculos posicionado no segmento intermediário. Ele deixa de lado alguns recursos de destaque em rivais com os Ray-Ban Meta e até óculos da própria Xreal, caso do R1 e também do Aura, que vai rodar Android XR.
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Porém, ele também se destaca pela versatilidade no design, a presença de uma tela de alta qualidade em brilho e um preço ainda alto, mas acessível em comparação com os concorrentes premium.
O XBX x01 da Xreal será lançado inicialmente na China e chega em julho deste ano aos Estados Unidos custando a partir de US$ 299 (ou R$ 1,5 mil em conversão direta de moeda). Não há informações sobre o lançamento do produto em mercados como o Brasil.
Os novos óculos da Xreal
Segundo a própria companhia, o produto é destinado para "viajantes, espectadores de filmes e jogadores" — ou seja, pessoas que estão em constante movimento e consomem muitos materiais audiovisuais, mas estão atrás de uma nova camada de imersão.
- Uma das especificações técnicas mais impressionantes é o peso: os óculos pesam somente 62 gramas, algo conquistado inclusive por algumas ausências importantes de componentes;
- Ele ainda traz um mecanismo ainda bem raro no mercado: a parte frontal da armação é intercambiável, ou seja, pode ser trocada entre três formatos (Sport, Stealth e Classic), escolhidos por estilo do consumidor ou o vestuário da ocasião. Ainda não há detalhes sobre uma eventual compra separada ou venda avulsa desses acessórios;
- A tela é outro destaque, com pico de brilho de 1.600 nits e 14 níveis de configuração de intensidade luminosa. São duas camadas de displays MicroOLED, com a adição de um chip de aprimoramento de imagem e suporte ao padrão HDR 10;
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- Por dentro, o dispositivo tem ainda um novo algoritmo anti-movimentação espacial, que é capaz de ajustar o vídeo nos óculos para mantê-lo estável, focado e nítido mesmo se você estiver no ônibus, por exemplo;
- Os óculos têm ainda um conversor em tempo real de conteúdos para o formato HDR, que é feito com ajuda de inteligência artificial (IA).
A simplicidade do modelo está em três ausências importantes. Esse tipo de produto não conta uma série de sensores importantes de geolocalização e movimento e não traz uma câmera frontal embutida para reconhecimento visual ou captura de conteúdos.
Além disso, a falta de uma bateria interna faz com que você precise conectar ele a uma fonte de energia, que pode ser a vendida separadamente pela marca ou um eletrônico que fará a transmissão do conteúdo, como o PC ou um smartphone.
O que achamos do Ray-Ban Meta Gen 2, os óculos inteligentes da Meta vendidos no brasil? Confira o review completo do TecMundo!
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