Mártir ou oportunista. (Fonte da imagem: Reprodução/The Age)

Para uns, tão perigoso quanto o terrorista Osama Bin Laden. Para outros, uma vítima de perseguição política por ter ousado revelar informações dos “bastidores” da guerra dos EUA contra Iraque e Afeganistão. Mártir ou oportunista, pouco importa: o fato é que Julian Assange anunciou para 2013 sua candidatura ao Senado Federal Australiano.

O fundador do Wikileaks pretende criar um partido e quer também exterminar de vez as investigações movidas pela terra do Tio Sam. Para que Assange possa realmente concorrer ao Senado, é preciso que ao menos 500 pessoas se homologuem nessa futura legenda – são necessários 2% dos votos de todo eleitorado australiano para elegê-lo.

Sob o comando de John Shipton, pai biológico de Assange, a coordenação da criação do partido pretende promover uma aproximação entre Governo e cidadãos. “Temos muitos seguidores no Twitter, e nosso Facebook conta com mais de 2 milhões de ‘curtir’. Confiamos no apoio de todos”, declarou o futuro candidato em entrevista ao FairFax Media.

Quem votaria em Assange?

Em enquete realizada pelo site The Age, cerca de 18,5 mil pessoas responderam a uma enquete que pergunta: “Você votaria em Julian Assange?”. Setenta e dois por cento dos entrevistados disseram que sim; e 28% responderam negativamente à questão.

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