A receita total com a venda de aplicativos para Android deve finalmente ultrapassar a da App Store, ainda neste ano. Essa é a conclusão do uma relatório elaborado pela companhia de análise do mercado de tecnologia App Annie. De acordo com o estudo, os catalisadores dessa mudança são as milhares de ofertas disponíveis, não somente na matriz da Google, mas também nas terceirizadas, a exemplo da Amazon Appstore e da Samsung Galaxy Apps.

Distribuição terceirizada de apps Android deve render US$ 36 bilhões em 2021

A estimativa é de que os 165 bilhões de downloads — diante de 30 bilhões para iOS — aguardados para este ano cheguem aos 308 bilhões daqui a cinco anos, enquanto a Apple deve alcançar somente 42 bilhões. É isso que vai acrescentar US$ 36 bilhões aos US$ 42 bilhões já esperados na comercialização direta, somando US$ 78 bilhões — mais do que os US$ 60 bilhões projetados para a Maçã em 2021.

A maior região consumidora de ambas as plataformas é a Ásia-Pacífico — que compreende a Ásia Oriental, Sul da Ásia, Sudeste da Ásia e Oceania. Em seguida, vêm as Américas, a Europa, o Oriente Médio e a África.

Importância dos países emergentes

Uma das maiores razões pelas quais a Google deve ultrapassar a Apple é a aposta na quantidade de apps e aparelhos com a presença de seu sistema operacional móvel. Nos chamados países emergentes, os consumidores procuram ofertas mais baratas, e os celulares e tablets de entrada e intermediários são povoados por Android.

A maior parte da geração da receita com a plataforma do robozinho ainda vem de Estados Unidos, China, Japão, Coreia do Sul e Reino Unido, que devem corresponder a 85% do mercado daqui a cinco anos — 10% a mais do que o observado em 2016.

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