Fato: atualmente, é difícil ver um jovem que consegue ficar longe de seu celular. Pensando nisso, a Universidade Estadual da Flórida decidiu realizar um teste com usuários de iPhone com idades entre 18 e 24 anos para ver como eles se sentiam quando estavam longe de seus aparelhos. 

A pesquisa em questão foi feita por três professores universitários (um da própria Universidade Federal da Flórida, um da Universidade de Indiana e outro da Universidade de Oklahoma), e durante os testes os jovens tinham que trabalhar em quebra-cabeças nos quais deveriam procurar palavras. Outro detalhe: antes do início, foi dito que aqueles que encontrassem mais palavras receberiam um vale para gastar como quisesse. 

Entretanto, eles não contavam com o fato de que, na metade do tempo previsto para o teste, seus aparelhos seriam colocados na extremidade da sala enquanto a busca por palavras continuava. O resultado é que na primeira metade o participante intermediário conseguiu achar nove palavras, enquanto na metade em que o smartphone estava longe esse número caiu para seis.

E o que mudou? 

Além da possibilidade de mudança na confiança e na clareza mental, a distância entre o usuário e o smartphone também trouxe algumas alterações físicas – quando os participantes ouviam o telefone tocando e não podiam responder à chamada, a pressão sanguínea e a taxa de batimentos cardíacos aumentavam. 

Outro detalhe importante é que o teste foi feito com uma pessoa por vez (logo, não houve a preocupação de ficar sempre de olho no celular para se certificar de que ele não seria roubado), e toda a ação fez com que o Dr. Russell Clayton, que integra o quadro de funcionários da Universidade Estadual da Flórida e também é um dos responsáveis pelo estudo, percebesse que estar com o smartphone por perto não é algo tão ruim. Isso, claro, desde que alguns limites sejam respeitados. 

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