A Universidade de Essex, na Inglaterra, em parceria com a Blue Abyss, apresentou um projeto que pode resultar na piscina mais funda do planeta. Com 50 metros de profundidade, ela passaria a atual campeã, uma piscina de mergulho no município italiano de Montegrotto Terme com 42 metros. Os planos para a construção ainda estão no papel, pois o custo gira em torno de £ 40 milhões, cerca de R$ 204 milhões.

Apesar disso, a Universidade afirma que a piscina atrairia uma porção de interessados e poderia até gerar renda. Cientistas ambientais, mergulhadores de grandes profundidades, astronautas em treinamento e outros profissionais de diversas áreas poderiam se beneficiar muito tendo essa estrutura à disposição.

A simulação de microgravidade permitiria que novatos da NASA se ambientassem ao que vão encontrar no espaço.

A simulação de microgravidade permitiria que novatos da NASA se ambientassem ao que vão encontrar no espaço. A própria agência espacial possui uma piscina para treinar novos astronautas, mas ela tem apenas 12 metros de profundidade, uma vergonha perto do que pode ser feito na Inglaterra.

O diretor da empresa parceira na construção da imensa piscina afirmou: “Todos os ingredientes estão aqui: o local próximo ao aeroporto de Stansted e à indústria da costa do mar do Norte via Harwich, um campus magnífico e uma excelente base de pesquisas dentro dos departamentos acadêmicos da Universidade”. Com a faca e o queijo na mão, bastam apenas alguns acertos para que esse incrível complexo saia do papel.

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