Empresas como a Google, conquistaram muito espaço na Web devido ao fato de oferecerem serviços online que podem ser acessados de qualquer PC, desde que ele esteja conectado à rede. Desde a criação do serviço de buscas, até as investidas na área de computação em nuvens, a empresa chegou e estremeceu os pilares do monopólio na informática, fazendo frente a toda poderosa Microsoft.

Além da qualidade nos serviços de buscas, a Google investiu no conceito interação com o usuário e, deslanchou ainda mais quando o Google Apps foi parar nas nuvens. O conceito de computação em nuvens ainda é fresco no vocabulário de muitos usuários, mas promete causar uma tempestade de mudanças na internet. A intenção deste novo conceito, segundo alguns especialistas, é que aos poucos os usuários sejam libertados da necessidade de instalar programas em suas máquinas, pois tudo tende a ser feito online.

Computação nas nuvens.

Segundo alguns institutos de pesquisa, os aplicativos oferecidos como serviço, como as suítes de escritório e software 3D, devem crescer mais 99% no número de vendas. Empresas que fornecem este tipo de serviço online, como: Google Apps, ThinkFree, Adobe Buzzword e Zoho devem ficam com quase 10% do mercado de aplicativos para escritório e, bater de frente com os produtos tradicionais, como o Microsoft Office.

Como a empresa de Bill Gates não é boba nem nada, resolveu investir na computação em nuvens e lançou, em 2007, o Office Live Workspace, que permanece ainda em versão beta. Ainda em testes, a versão na nuvem do Office oferece recursos restritos no quesito edição de documentos, como: armazenamento, compartilhamento de arquivos DOC, EXE, PPT e TXT, criar comentários e o espaço “Espaço de trabalho”.

Ela também está indo.

Este espaço nada mais é do poder agrupar arquivos em grupos e separá-los por assunto, por exemplo. Além de oferecer 250 MB de espaço, é possível comentar e/ou compartilhar textos com os usuários do serviço. Mas, quem possui versões anteriores ao Office 2003, aparentemente está de fora dos planos, pelo menos os virtuais, da Microsoft.

Segundo a Microsoft, os aplicativos de escritório, Word, Excel e PowerPoint receberão versões mais leves do que os que rodam no Desktop e, a grande vantagem é que podem ser acessados de qualquer lugar.

Acorda Microsoft!

Gigante ou Bela Adormecida?

A ida (lenta) da Microsoft para as nuvens representa claramente a intenção de impedir que gigantes como a Google prejudiquem o domínio da empresa de Gates no ramo de programas para escritório. Isso mostra que a Microsoft mais do que nunca está antenada no mercado, apesar de parecer adormecida. Agora é esperar para ver se teremos um gigante adormecido prestes a estremecer o mercado, ou veremos a Microsoft acordar tarde demais.

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