Justin Mateen, um dos fundadores do aplicativo de paquera Tinder, foi processado por Whitney Wolfe, que também ajudou na criação do app e era vice-presidente de marketing da companhia de mesmo nome, por assédio sexual e discriminação. 

De acordo com o processo, Whitney alega que Mateen enviou “uma avalanche de comentários, emails e mensagens de texto horrendamente sexistas, racistas e inadequadas de diversas formas”. Ela também informa que foi chamada de “vagabunda”, além de ter perdido o status de cofundadora – a explicação dele para tal ação foi que ter uma mulher com tal título “faria a companhia parecer uma piada” e “diminuiria seu valor”.

Justin Mateen, o primeiro à esquerda, e Whitney Wolfe, à direita

Ao saber do ocorrido, a IAC, empresa detentora do Tinder, suspendeu Mateen após realizar uma investigação interna em busca de evidências relacionadas às suas ações “inapropriadas”. 

O processo está em andamento na Justiça de Los Angeles e também cita Sean Rad, diretor-executivo do Tinder, por ter protegido Mateen enquanto realizava tais ações, além de um relacionamento amoroso entre este e Whitney.

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