(Fonte da imagem: Divulgação/Nokia)

Nos últimos dias, rumores sobre a aquisição da Nokia pela Microsoft (mais especificamente, a divisão de hardwares) e pela chinesa Huawei povoaram a internet, mas não se concretizaram. E, de acordo com o BGR, isso não vai acontecer tão cedo: ainda falta muito para que a empresa torne-se objeto de desejo entre as gigantes da tecnologia.

A explicação é mais simples do que você imagina: por enquanto, a Nokia não está “madura” o bastante no mercado de smartphones. A série Lumia já pode ser considerada um sucesso, mas ela é relativamente nova e, por enquanto, a primeira linha bem-sucedida de smartphones da empresa.

As vendas reforçam esse ponto de vista: 56 milhões de aparelhos vendidos por ela no último quadrimestre são feature phones, enquanto apenas 6 milhões de smartphones foram comercializados.

Série Lumia é o começo da caminhada da Nokia no mercado. (Fonte da imagem: Divulgação/Nokia)

Ou seja, por enquanto a Nokia é uma empresa de feature phones, os celulares de desempenho médio com recursos como acesso às redes sociais, mas nada tão elaborado. O sucesso da série Asha comprova isso na prática.

Período de transição

Mas esses bons números não significam uma boa notícia: a cada ano, a venda de feature phones cai vertiginosamente, até o momento em que smartphones dominarem o segmento. A Nokia precisa correr para acompanhar o mercado, ou corre o risco de se tornar uma empresa que vive do passado.

Caso a Nokia aumente sua linha de smartphones e mantenha um pequeno mercado de feature phones para regiões que ainda consomem muito esses aparelhos, como Ásia, África e América Latina, aí sim ela começa a despertar a atenção de possíveis compradores – ou, na melhor das hipóteses, virar ela mesma uma das gigantes.

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