Muitos achavam que a empresa tinha sido totalmente eliminada, mas no ano passado a Nokia voltou aos holofotes com a apresentação do tablet N1. Na época, toda a imprensa ficou curiosa para saber o que viria com o aparelho, uma vez que ele foi anunciado com hardware bem interessante e o preço de apenas US$ 250. A aceitação do mercado foi bem boa e as unidades produzidas foram esgotadas rapidamente.

Mas até o momento, a imprensa internacional não tinha experimentado as funcionalidades do tablet. Até o momento... O Nokia N1 foi levado para a MWC 2015 e lá diversos veículos da imprensa internacional tiveram acesso ao dispositivo, sendo que as primeiras impressões de todos eles foram bem interessantes. E depois de observar o design não é difícil entender por que ele está sendo considerado um “clone Android do iPad mini”.

Vale dizer que a versão mostrada na MWC 2015 não é a mesma que esteve no mercado chinês meses atrás. Apesar de o hardware ser o mesmo, existe uma pequena diferença no sistema operacional Android. Para esta demonstração, o novo Z Launcher foi equipado com novos recursos que devem ser vistos na edição internacional do portátil.

Engadget

O site Engadget afirma que o design do dispositivo lembra bastante o iPad mini e isso pode ser visto em qualquer ângulo — principalmente pelo corpo único construído com alumínio N8. A publicação também elogia a tela de 7,9 polegadas e resolução de 2048x1536 pixels, que faz um ótimo trabalho no dispositivo. Quanto ao hardware interno, o Engadget elogia as configurações e afirma que há suavidade em quase tudo, com exceção de algumas animações.

De acordo com os editores, o grande problema está no Z Launcher, que pode causar alguns picos de exigência e travamentos de memória — lembrando que ele não está concluído até o momento. Apesar disso, foi dito que todo o sistema parece bem estável e isso vale até mesmo para os recursos lançados por gestos, que são uma das apostas da fabricante para o aparelho.

The Verge

Um dos maiores elogios do The Verge para o Nokia N1 está no Z Launcher. De acordo com o site, esse sistema leva os apps mais utilizados para a tela inicial e permite mais agilidade na execução de diversas tarefas. Um dos destaques se dá para o formato adaptativo dele, pois as mudanças acontecem automaticamente, de acordo com o perfil de utilização de cada consumidor.

Assim como na análise do Engadget, o Verge também elogiou os comandos por gestos no modo “Scribble Search”. Com ele, basta desenhar alguma letra na tela inicial do tablet para que apps sejam abertos e pesquisas sejam realizadas dentro do Android. A publicação também elogiou bastante o hardware presente no N1, assim como a tela do tablet. Como não poderia ser diferente, também foi mencionada a similaridade extrema com o portátil da Apple.

Produzido pela Foxconn

É necessário ressaltar que o Nokia N1 não é exatamente um aparelho da Nokia. Ele foi apenas licenciado pela Foxconn, que comprou os direitos de uso da marca da companhia finlandesa para o tablet. O foco principal era o mercado chinês, onde o nome da Nokia ainda é muito forte. Ainda não é sabido quais os próximos países a serem atendidos, mas é certo que a Foxconn vai ampliar os mercados em breve.

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