O presidente Makoto Kimura. (Fonte da imagem: Kiyoshi Ota/Bloomberg)

A fabricante de câmeras fotográficas Nikon sente a revolução do mercado de eletrônicos da pior maneira possível. A venda de máquinas digitais compactas caiu em um quarto de abril e maio de 2012 para este ano – e a tendência é continuar em queda livre, já que as pessoas trocaram esses aparelhos por smartphones.

Por isso, a companhia conservadora pode ter que apostar em um produto totalmente novo – no caso, um híbrido entre câmera digital e celular feito por quem entende de fotografia. A informação foi sugerida pelo presidente da Nikon, Makoto Kimura, que se recusou a confirmar a existência de tal produto.

O que se sabe é que a fabricante já conta com um grupo de pesquisa que trabalha em um “produto que vai mudar o conceito de câmeras” e que seria direcionado para o público que não consome equipamentos de fotografia. O lançamento ficaria para os próximos cinco anos.

Outra possibilidade é que a Nikon expanda seus negócios para equipamentos médicos. Embora tenha negado projetos atuais, Kimura sabe das possibilidades de entrar nesse mercado: a rival Olympus é a maior fabricante do mundo em endoscópios.

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