Agora, não apenas o Instituto de Israel (Technion) pode se dar ao luxo de apresentar ao mundo o futuro da medicina a partir do anúncio de nanorrobôs nadadores: segundo informa o New Scientist (via Engadget), a Universidade da Califórnia, em San Diego (EUA), também obteve sucesso ao desenvolver pequenas máquinas capazes de viajar por estreitos e minúsculos vasos sanguíneos para o transporte de medicamento.

Os novos assistentes podem, ainda, manipular células individuais e até mesmo realizar cirurgias simples e não invasivas. Com apenas 800 nanômetros de largura, os peixinhos microscópicos são 100 vezes menores que um grão de areia.

Os nanorrobôs têm uma cabeça e cauda de ouro; o corpo é formado por uma liga de níquel, com articulações de prata. Para movimentar as máquinas, nada de caudas motorizadas: os movimentos de “natação” são determinados por um campo magnético, então levar um remédio até um órgão específico do corpo é possível. A intensidade do ímã controla também a velocidade do nanofish.

Primeiros passos

Apesar de promissora, a nova tecnologia ainda terá de ser aprimorada antes que injeções inteligentes possam ser feitas em postos médicos. É que o material que compõe o corpo dos nanorrobôs não é biodegradável – você poderia, assim, correr o risco de se transformar em um “aquário gigante” pelo resto da vida.

Prata e ouro, que são os metais que constituem o corpo dos assistentes, são caros. Será preciso, assim, também baratear o custo dos peixes microscópicos para que o eventual lançamento da tecnologia possa ser feito.

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