A Prefeitura do Rio de Janeiro baixou no começo do mês um decreto que regulamenta os aplicativos de serviços de transporte como Uber e 99. Parte do texto tinha como contrapartida das empresas um montante a ser repassado à administração municipal — algo que seria decidido em até 30 dias. Eis que o valor foi estipulado e será de 1% sobre cada corrida.

“Esse percentual será cobrado das empresas e corresponde ao direito de uso intensivo do sistema viário urbano do Rio”, comunicou o governo, de acordo com a Reuters. Assim, as companhias terão que informar com transparência ao comando municipal todas os números de chamadas e distâncias percorridas.

A cobrança vale para motoristas de Uber, 99, Cabify e semelhantes e quem utiliza o software para táxis convencionais da própria prefeitura, o Taxi.rio, fica isento. A estimativa é de arrecadação de US$ 40 milhões ao ano, que seriam destinados à educação sobre trânsito e manutenção das ruas. Atualmente, o Estado do Rio de Janeiro conta com aproximadamente 150 mil motoristas.

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