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The BRIEF

Quais as dificuldades e prioridades em uma carreira de influenciadora?

Em um cenário onde visibilidade se tornou moeda e performance é constantemente exigida, empreendedores e criadores digitais vivem sob uma pressão contínua por resultados, relevância e presença.

Avatar do(a) autor(a): Diana Pordeus

schedule13/05/2026, às 15:09

updateAtualizado em 13/05/2026, às 17:53

Uma das profissões mais visadas do mercado atualmente é a de influenciadores digitais. Seja pelo fator monetário, já que muitas das pessoas que têm sucesso na área acabam ganhando muito patrocínio, ou pela crença de que é uma carreira fácil, é seguro dizer que essa opção já passou pela mente de todos. 

Desde que virou uma carreira, cresceu a necessidade de pessoas especializadas no gerenciamento dos talentos. Phillipe Angeli, fundador da NextGen, e Marcia Borges, gestora de carreiras da NextGen, participaram do SPIW para falar um pouco sobre essa tão sonhada profissão. Para complementar, nada melhor do que chamar quem vive essa realidade, então as influenciadoras Antonela Braga, sócia da Ticky, e Manuela Cit, empresária dona da Guda, participaram do bate-papo.

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Como gerenciar crises nessa área?

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Fonte: Diana Pordeus/TecMundo

Márcia Borges contou sobre as prioridades na hora de falar com os talentos. Diferente do que muitos que vêm de fora podem pensar, uma das principais características incentivadas por ela é a originalidade. Além disso, a especialista ressaltou que a internet é apenas uma parcela da vida: "O mundo da internet é uma fatia do que a gente vive, mas não é a fatia real (...) É importante ser real".

A gestora afirmou que é praticamente impossível construir uma imagem totalmente falsa e não é com isso que as empresas trabalham. Inclusive, as marcas pedem pela personalidade em seus projetos.

“A gente não constrói personas para a internet, a gente constrói carreiras sobre o que a gente gosta (...) Seria muito difícil performar alguém 100% do tempo.”

“Nosso trabalho é deixar mais leve”

Phillipe Angeli conversou sobre a relação influenciador-marca e como o trabalho da agência é facilitar a vida do influenciador, filtrar o que chega nele para que a entrega seja feita com qualidade e sem pressão.

“Nosso trabalho é fazer com que a vida do talento seja mais leve (...) Todas as marcas falam sobre uma grande urgência que no final nem existe”, disse o advogado e empreendedor.

Manu Cit complementou, dizendo que para ela o mais interessante é a relação ganha-ganha. Ao seu ver, é sempre possível chegar ao meio termo e não faz sentido seguir com a marca se algum deles vai sair perdendo.

Quais as estratégias para lidar com os “haters”?

Antonela Braga se envolveu em uma polêmica no ano passado que fez ela lidar com muitos dos famosos haters. Para isso, ela tem uma estratégia simples: não ligar. A influenciadora afirmou que nunca bloqueou ninguém e evita responder comentários.

“Se você desligar seu telefone, a sua vida continua normal”, compartilhou Braga, fazendo que esse foi o conselho que sua mãe te deu sobre o ocorrido.

Já Manu Cit diz que prioriza sua saúde mental e faz muita terapia: “ser influenciadoras faz com que você seja sempre atacada".

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