Nubank dá prejuízo, mas cresce e tem receita recorde no trimestre

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O Nubank divulgou na segunda-feira (16) os resultados da holding no primeiro trimestre de 2022. Entre janeiro de março de 2022, o banco registrou um prejuízo líquido de US$ 45,1 milhões (R$ 228,3 milhões), número bem melhor do que os US$ 77 milhões negativos estimados por especialistas da empresa de análises FacSet. O resultado é também 9% melhor do que o verificado no mesmo período no ano passado.

Quando esse valor é ajustado pelas despesas destinadas às reservas legais e tributárias, o Nubank consegue o reverter o prejuízo de US$ 11,9 milhões observado no primeiro trimestre do ano passado para um lucro líquido ajustado de US$ 10,1 milhões (R$ 51 milhões) no período atual. Mas o grande destaque ficou por conta do crescimento da base de clientes (no Brasil, México e Colômbia) que chegou a um total de 59,6 milhões.

O banco realizou uma teleconferência de resultado com analistas de mercado logo após os números terem sido publicados. A reação da Bolsa de Nova York (NYSE) foi positiva, com as ações da empresa encerrando as negociações no after-market com alta de 5,52%, cotadas a US$ 4,59 (R$ 23,23).

Trimestre mais forte da história do Nu

Fonte: Blog Nubank/Divulgação.Fonte: Blog Nubank/Divulgação.Fonte:  Blog Nubank 

Na teleconferência, o CEO e fundador da instituição, David Vélez, ressaltou que "esse foi o trimestre mais forte na história do Nu". Além do aumento da base de clientes, o executivo destacou a receita total recorde de US$ 877,2 milhões (R$ 4,4 bilhões), 238% maior do que a verificada no primeiro trimestre de 2021.

Segundo o diretor financeiro Guilherme Lago, a fintech encontra-se bem capitalizada, fruto dos US$ 2,8 bilhões captados na oferta pública (IPO), o que permite uma transição tranquila pelo atual cenário adverso, como também buscar oportunidades em fusões e aquisições (M&A).

Entre tantos resultados positivos, a nota destoante ficou por conta da inadimplência acima de 90 dias, que subiu 0,7 ponto percentual em relação ao quarto trimestre de 2021, passando para 4,2%.

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