CEO da Apple receberá R$ 4 bilhões por sua liderança na empresa

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O CEO da Apple, Tim Cook, receberá esta semana a décima e última parcela do acordo realizado para suceder a Steve Jobs no comando principal da Big Tech. De acordo com informação da Bloomberg News, o executivo deverá receber 5 milhões de ações da companhia, o que equivale ao valor de US$ 750 milhões, ou R$ 4 bilhões em conversão direta.

Durante a gestão de Cook, na última década, as ações da fabricante de iPhone subiram mais de 1.100%, impulsionando o mercado da companhia para mais de US$ 2 trilhões. A performance notável tornou o CEO ainda mais rico, visto que a remuneração do acordo está vinculada ao desempenho dos ativos na bolsa de valores.

Com os pagamentos anuais, o executivo se tornou bilionário, com um patrimônio líquido de US$ 1,5 bilhão, segundo o Bloomberg Billionaires Index. Em 2015, Cook afirmou que planeja dar a maior parte de sua fortuna e já doou milhões de dólares em ações da Apple.

História de Tim Cook na Apple

Cook superou as desconfianças iniciais e se tornou parte da história de sucesso da Apple. (Fonte: Flickr/The Climate Group/Reprodução)Cook superou as desconfianças iniciais e se tornou parte da história de sucesso da Apple. (Fonte: Flickr/The Climate Group/Reprodução)Fonte:  Flickr/The Climate Group/Reprodução 

Cook ingressou na Apple no final dos anos 1990, após passagens pela Compaq e IBM, e se tornou o principal executivo de operações da Apple e o braço direito de Jobs. Quando ocupou o lugar do cofundador da companhia, há uma década, existiam dúvidas sobre sua capacidade de substituir o famoso executivo e continuar a trajetória de sucesso da Apple.

No entanto, sob sua supervisão, a empresa viu sua receita mais que dobrar, com uma estratégia que incluiu a expansão significativa em serviços online, grandes aquisições, investimento em chips e tecnologias customizadas, wearables como AirPods e Apple Watch, além de grandes expansões nas linhas de iPhone e iPad.

Apesar do sucesso, a sua gestão enfrentou alguns percalços, como o lançamento fracassado de seu próprio aplicativo Maps, em 2012, e as críticas sobre as taxas da App Store, que estão gerando processos mundialmente contra a companhia.

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