Vendas de iPhone devem cair 36% com a pandemia, diz Goldman

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Em um relatório divulgado nesta sexta-feira (17), o grupo financeiro Goldman Sachs afirmou que espera uma queda de 36% na venda de iPhones durante o atual trimestre devido à pandemia da covid-19.

Em razão disso, a instituição recomendou que acionistas vendam as ações da Apple assim que possível — que já têm caído há algum tempo. Nesta sexta-feira às 14h16 (horário de Brasília), elas caíram mais 2% diante da alta de 1,75% do S&P 500, principal indicador do mercado acionário norte-americano. Desde fevereiro, as ações da Maçã já acumulam queda de cerca de 13%.

Os analistas do Goldman também reduziram preço-alvo da ação da Apple em 7%. No relatório, eles afirmaram que o preço médio da venda de aparelhos eletrônicos deste segmento vai cair durante a esperada recessão que está sendo impulsionada pela atual pandemia.

a  Exame 

"Não assumimos que esta recessão fará a Apple perder usuários em relação à base instalada. Apenas assumimos que os atuais usuários vão manter seus aparelhos por mais tempo antes de trocá-los por versões mais novas e que escolherão modelos mais baratos da Apple quando forem comprar novos.”, explicaram os analistas no relatório.

Não é comum que o Goldman recomende a venda de uma ação. Dentro das ações que estão sob sua cobertura global, apenas 15% possuem recomendações de venda, 39% são voltadas para a manutenção da carteira e 46% de ações possuem indicações de compra.

Nesta semana, a Apple lançou o  iPhone SE a US$399, reduzindo o preço inicial da linha com o objetivo de ampliar o público potencial. No entanto, o Goldman afirmou que a empresa não deve lançar novos produtos tão cedo, já que a quarentena restringe o deslocamento de engenheiros que acompanham o processo de produção da Maçã.

O presidente do Chase Investment Counsel, Peter Tuz, que possui ações da Apple, reconheceu que a venda de iPhones devem sofrer uma queda significativa, mas considerou 36% uma estimativa muito “extrema”.

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