Após quedas, Boeing cogita rebatizar o modelo 737 Max

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A Boeing estuda mudar o nome de uma de suas mais importantes aeronaves, o 737 Max. O motivo é a queda de dois aviões em um intervalo de cinco meses e que causaram a morte de mais de 300 pessoas, afetando negativamente a imagem da empresa e do modelo. Caso isto ocorra, o mais provável é que os modelos deixem de usar o nome Max e passem a ser diferenciados apenas pelos seus números, como aconteceu até o 737-700, por exemplo.

A decisão, porém, só teria efeito midiático, para desassociar o nome da empresa com as recentes quedas envolvendo os seus aviões. A empresa realizou recentemente uma atualização do software de controle da aeronave com o objetivo de evitar novas quedas. Já a possibilidade da mudança do nome também foi mencionada pelo diretor financeiro da Boeing, Greg Smith, durante o Paris Air Show.

“Estamos abertos a todas as sugestões. Estamos dispostos a fazer o que for preciso para resgatar [o modelo]. Caso isso signifique mudar o nome, vamos fazê-lo. Se não, vamos adotar outras prioridades”, explicou Smith.

Será que muda?

Contudo, executivos da empresa negam a possibilidade de mudar o nome no momento. O presidente estadunidense Donalp Trump se manifestou sobre o caso em seu Twitter e disse que a mudança de nome poderia ser uma decisão estratégica, mas deveria vir acompanhada de melhorias com efeitos mais práticos.

A família 737 é fabricada pela Boeing desde 1965 e entrou em atividade no ano seguinte. É um dos modelos mais populares em atividade e um dos nomes mais importantes para a empresa. Ao mesmo tempo que alterar o nome pode ajudar a afastar a imagem negativa causada, pode também ser uma atitude mal vista comercialmente. No Brasil, ele é utilizado pela Gol Linhas Aéreas.

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