Xiaomi, fabricante de vários eletrônicos, como os smartphones da linha Mi, deu entrada nesta semana na documentação para a oferta pública de ações (ou Initial Public Offering — IPO), que deve levantar pelo menos US$ 10 bilhões. Pode ser a maior estreia na Bolsa de Valores desde a Alibaba, dona da Aliexpress, que arrecadou nada menos que US$ 25 bilhões em 2014.

Caso isso realmente se concretize a chinesa pode ter o valor de mercado catapultado a US$ 100 bilhões — para termos de comparação, isso representa 1/9 do quanto é estimada a Apple. Os papeis encaminhados para o mercado de Hong Kong mostram um pouco de como tem sido a trajetória da companhia nas últimas temporadas.

Em 2017, ela arrecadou US$ 18 bilhões, uma impressionante alta de 65% em relação ao ano anterior, com lucro líquido de US$ 6,9 bilhões. A Xiaomi está no Brasil desde o final de 2015 e deixou de montar seus produtos por aqui uma temporada depois, “devido às constantes mudanças nas regras de fabricação e na tributação para as vendas via e-commerce”. Com a abertura de capital, marcada para julho, em Hong Kong, a empresa segue na busca pela ampliação de atuação em escala global.

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