O criador do bitcoin, Satoshi Nakamoto, estipulou um volume máximo de apenas 21 milhões de bitcoins quando lançou o protocolo da criptomoeda lá em 2009. Cerca de oito anos depois, 80% desse montante já foi minerado pelos entusiastas da moeda virtual, um número que se traduz em 16,8 milhões de bitcoins.

Isso significa que restam somente 4,2 milhões de unidades disponíveis via mineração, e a proximidade com a “extinção” da moeda em seu “estado natural”, digamos assim, tem contribuído para aumentar o seu valor. Há quem defenda, inclusive, que os saltos significativos de cotação apresentados nos últimos meses devem ser ainda maiores quando os 21 milhões de bitcoins forem minerados.

Apesar das desconfianças em torno da moeda e até mesmo de um estudo comprovando manipulação no seu preço em 2013, o sucesso do bitcoin parece inabalável. Nem mesmo a instabilidade, uma constante mesmo quando a sua cotação disparou ao longo de todo o ano de 2017, ou as restrições impostas em alguns países, tem desanimado os investidores.

Fato é que, quanto mais se aproximar do fim, mais difícil será acumular moedas via mineração, o que, de fato, deve aumentar ainda mais a sua cotação. Assim, é impossível afirmar quando todas as 21 milhões de moedas serão mineradas e também quanto valerá o bitcoin após esse marco.

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