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Quem já está naquele ponto da vida em que sobra uma certa graninha no final do mês acaba se deparando com uma infinidade de opções para multiplicar esse montante. Enquanto os mais conservadores guardam uns trocados na poupança, os mais ousados já se arriscam em ações ou outros produtos mais rentáveis – mas que exigem mais dedicação. Muita gente nessa situação, no entanto, vem se deparando com uma nova forma de fazer o dinheiro render: apostar em Bitcoins.

O problema, para boa parte do público, no entanto, é que a moeda digital parece ser algo bem arriscado, exigindo o que parece ser uma dose de conhecimento bem maior do que alternativas mais tradicionais de investimento – que, convenhamos, não são tão simples assim para começo de conversa. Com isso, é claro que surge uma porção de dúvidas antes que qualquer pessoa resolva aplicar seu rico dinheirinho em algo tão novo e tecnológico.

Frases como “O que é Bitcoin?”, “Será que isso está dentro da lei?”, “Como investir nas criptomoedas sem ter que entrar na Deep Web?” e outras no mesmo estilo são apenas algumas das questões que passam pela cabeça de quem cogita apostar na novidade. A verdadeira pergunta, porém, para o pessoal decidido a fazer um pé de meia com a moeda mais quente do mercado digital é uma só: vale mesmo a pena comprar Bitcoins? Relaxe: vamos responder tudo isso para você.

Colocando os pingos nos “is”

A criptomoeda é cada vez mais aceita no mercado

O Bitcoin é uma moeda digital baseada no conceito de blockchain, no qual as informações de valor e autenticidade do recurso são distribuídas e garantidas por toda a rede. Por conta disso, o recurso não está atrelado a nenhum país e não sofre a tributação ou as taxações de moedas convencionais durante suas transações. Inicialmente voltada para o meio virtual, a criptomoeda é cada vez mais aceita para pagamentos dentro e fora da internet – inclusive por aqui.

Fique tranquilo, você não vai entrar em cana se resolver se aventurar com o Bitcoin no Brasil. Isso porque o país, assim como outros ao redor do globo, decidiu não criar uma legislação específica em cima da moeda digital. A ideia com essa decisão é que, como se trata de um recurso descentralizado e que não tem sua origem traçada a nenhum governo específico, não há motivos para regulamentar – ou julgar – o item em território nacional. A única exceção à regra? É preciso declarar a renda com o BTC no imposto de renda se ela passar dos R$ 1.000.

Ok, mas como exatamente você pode começar a sua carteira de Bitcoin? Bem, hoje em dia só há três maneiras de descolar essa graninha virtual: 1) Minerando; 2) Sendo presenteado; ou 3) Comprando o item por conta. A primeira opção, apesar de ser bastante popular no início dessa história, pode ser praticamente descartada por nós “humanos comuns”. Afinal, o processo exige um alto conhecimento técnico, um computador bastante potente e paciência de sobra – ou a aposta em servidores duvidosos na nuvem, o que dificilmente é um bom negócio.

Sobre ganhar alguns centavos – ou milésimos – de Bitcoin na faixa, vamos ser sinceros: se isso não aconteceu até agora na sua vida, não vai acontecer mais. Com isso, ficamos apenas com a opção de tirar o escorpião do bolso e adquirir uma fração da criptomoeda. Não precisa se preocupar, esse tipo de operação pode ser feita facilmente até mesmo por não iniciados no assunto, bastando se registrar em um site como o da FireBit, que oferece um painel simples e completo para a comercialização do recurso – tudo com a devida conversão em reais.

Comprar ou não comprar: eis a questão

Falar que é bem fácil – operacionalmente – investir no Bitcoin, no entanto, não é a mesma coisa que dizer que você deve correr para fazer isso. Como toda aplicação de risco, esse tipo de investimento demanda um certo comprometimento do usuário, que precisa acompanhar a oferta e demanda do recurso e deve ficar sempre de olho na flutuação da criptomoeda caso queira realmente fazer dinheiro com o negócio.

De uma forma simplificada, o Bitcoin une a oferta restrita do ouro com o sobe e desce das ações e a especulação natural do mercado de compra e venda de dólares. Sim, isso quer dizer que a brincadeira tem sua dose de perigo, ou seja: não invista o seu dinheiro do aluguel esperando um lucro rápido e certeiro. Por outro lado, esse cenário ousado oferece a possibilidade de conseguir um retorno bem interessante para a sua aposta.

O Bitcoin valorizou mais de 300% desde o início deste ano

Para se ter uma ideia do potencial do Bitcoin nesse sentido, basta ver que ele teve uma valorização de mais de 300% desde o início deste ano, ficando cada vez mais próximo da marca “mágica” dos US$ 5 mil – o que, por consequência, fez com que ele passasse facilmente dos R$ 14 mil aqui no Brasil. Some a isso uma escalada consideravelmente íngreme da moeda digital ao longo dos últimos anos e você se depara com uma porção de histórias de gente que fez – ou perdeu a chance de fazer – uma pequena fortuna nesse mercado.

Claro que, agora, com a criptomoeda já em um patamar de valor mais alto, fica mais difícil ver um salto grande no preço do recurso. Mas não se engane: os ganhos, mesmo sendo mais modestos do que no passado, são possíveis e podem ser obtidos em praticamente todas as faixas de investimento. Efetivamente, esse cenário permite que você possa investir no Bitcoin dentro das suas próprias limitações e da sua zona de conforto.

Onde investir?

Agora que você já sabe quase tudo sobre o Bitcoin, dá aquela coçadinha para tentar a sua sorte na novidade, não é? A boa notícia é que as ferramentas para operar a moeda digital evoluíram consideravelmente nos últimos tempos e tomaram a forma de painéis de controle ou carteiras virtuais que podem ser manuseados facilmente pelo usuário em seu navegador – tanto no desktop quanto na telinha do celular.

Um dos principais portais brasileiros é o da FireBit

Um dos principais portais que oferecem esse tipo de comodidade no Brasil, por exemplo, é o da FireBit. Para garantir que seus serviços atendam às necessidades específicas dos clientes brasileiros, a empresa construiu praticamente do zero toda a experiência do usuário local com o Bitcoin. Na prática, isso significa o desenvolvimento de uma plataforma própria, que zela pela segurança das operações e que, de quebra, oferece taxas bastante competitivas (0,5%) para a compra e venda da moeda – tudo nas mãos de uma companhia 100% sediada no país.

O grande diferencial do sistema da FireBit, porém, é a estabilidade do serviço quando comparado a soluções similares. Mesmo que essa seja a sua primeira vez investindo em Bitcoin, é fácil entender a importância disso: se o site não estiver no ar durante horários de pico, períodos de grande flutuação da criptomoeda ou, simplesmente, quando você decidir que é uma boa hora de comprar ou vender o item, todos os seus ganhos ficam em xeque. Quem brinca com ações, por exemplo, sabe o quanto esse elemento é essencial para o negócio.

Experimente na prática

Dito tudo isso, dar o pontapé inicial na sua aventura junto ao Bitcoin não poderia ser mais fácil. Para começar, é preciso ir ao site da FireBit e fazer um cadastro rápido, informando apenas o seu nome completo, email e país de origem – além de escolher uma senha para a sua conta, claro. Em poucos segundo uma mensagem da empresa deve chegar na sua Caixa de Entrada com um link para a ativação do cadastro e pronto: você está dentro da jogada sem qualquer tipo de burocracia.

Se o cliente já tem outra carteira digital, a transferência de Bitcoins para o portal brasileiro pode ser feita mesmo que o seu perfil ainda não tenha sido verificado. Basta usar um código único de usuário para fazer a transferência e esperar alguns minutos para que a transação seja efetivada. O depósito e saque de reais da plataforma de câmbio virtual, porém, exige alguns passos extras para garantir que tudo funcione adequadamente e, claro, para que o sistema saiba que você é você.

Felizmente, mesmo essa etapa não dá dores de cabeças. Afinal, ela só pede que você envie – através da própria página – um documento pessoal (RG, CNH ou passaporte) e um comprovante de residência (conta de água ou energia) para fazer a verificação definitiva da conta. A partir daí, é possível transferir seus reais para o site através do Banco do Brasil ou de outros bancos nacionais. Isso, por fim, permite que você coloque ordens de compra para a criptomoeda ou resgate o dinheiro obtido com as suas vendas na plataforma.

O mais bacana é que a cotação do Bitcoin pode ser acompanhada a todo momento dentro do portal em uma série de locais, graças principalmente a diversas listagens espalhadas pelo seu Dashboard. Na aba do Livro de Ofertas, por exemplo, além das tabelas de valores de entrada e da saída da moeda, há ferramentas que ajudam o usuário a gerenciar a moeda digital com apenas alguns poucos cliques. Toda a operação pode ser feita com frações do recurso, deixando que mesmo quem não tem R$ 14 mil à tiracolo possa fazer sua aplicação.

Detalhes que fazem a diferença

Com todo esse suporte e com essa agilidade, o investidor mais dedicado pode acompanhar quase em tempo real as ofertas de compra e venda da moeda digital e mexer com a sua carteira virtual conforme o necessário – acumulando ganhos e fazendo saques ou novos investimentos assim que tiver um bom lastro por lá. Adicionalmente, um histórico completo de transações permite a visualização fácil e rápida das suas atividades no portal da FireBit, oferecendo uma boa dose de organização para a sua vida de investidor online.

No final das contas, uma plataforma segura, rápida e com todos os recursos necessários para operar o mercado de criptomoedas pode se mostrar a solução perfeita para deixar os medos de lado e finalmente investir no Bitcoin. E aí, preparado para negociar a moeda digital?

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