Gráfico mostra o crescimento no número de ameaças (Fonte da imagem: Reprodução/McAfee)

Repetir o que todo mundo já sabe sobre o crescimento no número de ameaças na internet não é o suficiente para descrever os números registrados pela McAfee no primeiro trimestre deste ano. De acordo com o relatório da empresa, a marca alcançada entre janeiro e março foi a maior dos últimos quatro anos.

Foram mais de 83 milhões de versões de malwares identificados até esse período. Segundo a empresa, os falsos antivírus — os mais populares até então — perderam o posto para os Cavalos de Troia e rootkits, especializados no roubo de senhas e informações pessoais sigilosas.

Como estão agindo

Os rootkits e os Cavalos de Troia, mesmo trabalhando de forma parecida, não são exatamente a mesma coisa. O primeiro é um código que se “camufla” no sistema e envia senhas e outras informações suas para os criminosos, enquanto o Cavalo de Troia pode fornecer acesso remoto do computador infectado.

Segundo a McAfee, o sucesso recente dessas pragas se deve ao uso de assinaturas digitais falsas. Assim, os códigos maliciosos se passam por ferramentas oficiais da Microsoft ou de empresas de segurança, como a própria McAfee, burlando antivírus e passando despercebidos pelo usuários.

No período analisado, a empresa encontrou 200 mil novos tipos de malwares, o que contribuiu para a marca histórica acumulada de 83 milhões. Fora isso, a McAfee também revelou que as ameaças do gênero para sistemas operacionais móveis se multiplicaram, chegando a aumentar 1200% nos meses contabilizados.

Fonte: McAfee

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