Ela é considerada a tecnologia do futuro para televisores por fatores como design moderno, melhor tempo de resposta da tela e reprodução de cores como você nunca viu antes.

Parece distante demais ou coisa de ficção científica? Na verdade, você nem precisa esperar muito: a OLED (Organic Light-Emitting Diode, na sigla original) não está nada longe da realidade e já é uma alternativa viável para quem está atrás de imersão na reprodução de conteúdo.

A LG é, atualmente, a única fabricante de OLED no Brasil e já oferece produtos com essa tecnologia. Porém, antes de ir atrás deles, é preciso saber como e por que ela consegue ser tão impressionante.

Menos é mais

Superiores aos paineis LCD, dispositivos com OLED não lançam a mesma iluminação sob todos os pixels de um mesmo display. A configuração é feita individualmente, garantindo qualidade e precisão na reprodução do contraste — exibindo o “preto de verdade” pelo bloqueio da luz ou tons com leves variações não percebidas claramente em tecnologias anteriores.

As telas OLED ainda dispensam a necessidade de uma iluminação traseira (a lâmpada que proporciona o chamado backlight). Isso é possível porque elas são formadas por compostos de carbono (o tal “orgânico” da sigla) que emitem luz própria quando estimuladas por impulsos elétricos.

Outra vantagem é o tempo de resposta das telas, ou seja, o período que leva para a imagem que está em processamento ser atualizada no painel. No LCD, o tempo médio fica em 2 ms (milissegundos) — o que já é pouco, mas que perde de goleada para a OLED, que leva 0,01 ms para o mesmo processo. O tempo gasto é mil vezes menor.

A tendência é que o OLED aos poucos ganhe o mercado atualmente ocupado pelo LCD e pelo plasma — que já está fora do catálogo de várias fabricantes, como a própria LG.

Bonito também por fora

A ausência de backlight tem um efeito direto no design das telas e TVs. Ao contrário da tecnologia LCD, que faz a iluminação, colorização e controle do brilho imagem a partir de três painéis diferentes, a OLED realiza essas tarefas a partir de uma única camada.

As fabricantes ficam livres para criar designs modernos para as telas, já que os painéis ultrafinos têm 4,3 mm de espessura.

O poder da curva

Além da série de vantagens oferecida pelos painéis em si, uma novidade lançada pela LG faz com que eles sejam ainda mais indicados para a experiência de ver TV em grupo: o primeiro modelo OLED com tela curva do mundo.

A Smart TV OLED EA9850 faz com que a qualidade da imagem do painel seja reproduzida da mesma forma para todos que estiverem assistindo ao conteúdo, já que ela é ajustável ao ângulo de visão.

Trata-se do sistema WRGB (White, Red, Greend and Blue), que também aprimora a eficiência energética. Normalmente, o branco em televisores tradicionais é formado pela união das demais cores, sem receber esse tratamento especial.

Outro destaque da LG OLED TV é a adição de um sub-pixel branco na reprodução das cores para garantir melhores níveis de brilho e luminosidade na reprodução das cores. Para saber mais sobre as tecnologias e produtos da LG com OLED, acesse este link.

Publieditorial patrocinado pela LG.

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