A tecnologia trouxe diversos equipamentos pequenos e com grande potencial de utilização, e isso é inegável. Contudo, em certo momento alguém se perguntou: “e se eu implantasse isso em meu corpo?”. Nós já fizemos diversas matérias sobre o assunto e um de nossos redatores já até fez o procedimento. Porém, parece que a nova moda não é nada funcional: inserir luzes de LED no próprio corpo, no estilo do Homem de Ferro.

Os pioneiros foram o grupo de biohackers que, coletivamente, fizeram uma operação que colocou em seus corpos um implante de silicone com LEDs que são ativados magneticamente. O aparato foi desenvolvido pela comunidade coletiva de biohackers Grindhouse Wetware. O aparelho se chama Northstar V1 e tem o tamanho aproximado de uma moeda grande.

A cirurgia é simples e leva apenas 15 minutos para ser concluída. A ideia é que o eletrônico ilumine a pele e dê efeitos bacanas em tatuagens ou simule a bioluminescência. Certamente, o dispositivo não fica ativo o tempo todo e é necessário um componente magnético para ligá-lo.

Há como carregar a bateria?

A pergunta óbvia é: e se a bateria acabar? Carregar com equipamentos wireless? Bom, a resposta é muito mais simples: você tem que remover cirurgicamente. Sim, é a única forma. Afinal, não é como se fosse possível deixar uma “ferida” aberta para um carregador USB, não é mesmo?

De acordo com o grupo, eles planejam lançar um próximo dispositivo no ano que vem. Porém, dessa vez ele integrará funções estéticas com uma usabilidade bacana, assim como acontece nos chips NFC. Se possível, eles gostariam de ir além e fazer com que o aparato “leia” os movimentos da mão do usuário e os combine com algum outro equipamento.

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