(Fonte da imagem: Reprodução/Wikimedia Commons)

Nesta semana o The New York Times Magazine publicou uma reportagem entrevistando diversas pessoas ligadas a Steve Jobs, por ocasião do aniversário da sua morte. Entre as novidades reveladas, a publicação destaca um trecho do livro ainda inédito “Dogfight: How Apple and Google Went to War and Started a Revolution”, do jornalista Fred Vogelstein, que conversou com pessoas ligadas ao cofundador da Apple.

Um dos entrevistados é Andy Grignon, engenheiro sênior que esteve envolvido nos desenvolvimento do primeiro iPhone. No livro ele conta um pouco de como foi o processo de criação do aparelho e o quão estressante foram os meses que antecederam o lançamento de um dos maiores sucessos da empresa da Maçã.

“Foi um período muito estressante e assustador. De alguma forma estava na cabeça de todo mundo que aquele seria o próximo grande produto da Apple. Então, quando você imagina todas essas pessoas superinteligentes e criativas confinadas em um só lugar, com todo o ego que elas têm e mais a pressão para que tudo dê certo, aí a loucura começa a acontecer”, revelou Grignon.

Apple poderia ter comprado a Motorola

Outra revelação trazida pela reportagem do The New York Times Magazine é que a Apple tinha considerado comprar a Motorola antes de iniciar o desenvolvimento do iPhone. Essa ideia teria surgido em 2003, quando as duas companhias haviam trabalhando em um projeto em comum, mas a empresa da Maçã considerou “muito caro” o valor de mercado da companhia na época.

Outra lenda confirmada por ele tem relação com a maneira como surgiu a ideia do iPhone. Segundo Grignon, Steve Jobs queria ter acesso a um dispositivo que o permitisse ler emails enquanto ele estava no banheiro. O maior problema estava na recepção do sinal wireless e, por conta disso, foi preciso pensar em materiais viáveis para o lançamento do iPhone em 2007 – no caso plástico com acabamento metálico.

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