Em 2015, a Apple deixou muitos consumidores encantados com o seu novo método de desbloqueio de tela. Estamos falando do Touch ID, que permite manter os iPhones seguros e sendo liberados apenas com a impressão digital autorizada.

Agora, uma nova patente sugere que a fabricante norte-americana pode mostrar algo ainda mais complexo a partir dos próximos anos. Publicada pelo Patently Apple, ela prevê um mecanismo de armazenamento de dados biométricos de possíveis invasores — ou ladrões, em caso de aparelhos roubados.

Quando o smartphone for instruído (seja por instrução remota ou por identificações de rotinas), ele poderá acionar um sistema de identificação biométrica para manter os aparelhos seguros. Ao identificar que a impressão digital não é autorizada, o iPhone faria o armazenamento da digital e ainda poderia capturar imagens do provável invasor.

Todos esses dados são salvos no dispositivo e poderiam ser usados posteriormente em identificações forenses, por exemplo — em conjunto com as fotografias, é claro. Dessa forma, os próprios aparelhos poderiam servir como provas depois de roubos, pois também devem ter os sistemas de localização melhorados no futuro.

Não é uma ótima ideia? Só falta saber quando a Apple vai colocar isso em prática.

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