Mal a dupla formada por iPhone 7 e iPhone 7 Plus deu as caras no mercado – depois de seu lançamento oficial no último dia 16 de setembro – e o assunto já passou de “como vão se sair os novos aparelhos da Apple” para “ o que será que eles vão anunciar para o ano que vem, hein?”. Ao que parece, bastou a atual geração do produto chegar às prateleiras para que as primeiras notícias envolvendo o possível iPhone 8 começassem a surgir em peso e dessem uma ideia das surpresas visuais que podemos esperar da marca para 2017.

Ainda é cedo para afirmar que o sucessor da linha atual de smartphones da Empresa da Maçã vai chutar para escanteio o design adotado nos já antigos iPhone 6 e 6 Plus e levemente modificados para os aparelhos de 2016, mas há indícios fortes o bastante para dizer que o próximo iPhone trará imagens bem mais refinadas para o público. Embora não se saiba se o dispositivo vai contar mesmo com uma tela curva com leitor biométrico integrado – como muitos esperam –, a presença de um display OLED é praticamente garantida.

Esperado para o iPhone 7, o display OLED pode aparecer na próxima geração

O primeiro indício da adoção dessa tecnologia por parte da equipe de Tim Cook vem de rumores que contam que a Samsung será uma das grandes fornecedoras de painéis OLED para sua concorrente – um tipo de negociação bem mais comum do que as pessoas imaginam. No entanto, para não ficar “refém” dos sul-coreanos, parece que a Apple também está correndo atrás de outro de seus parceiros mais próximos para garantir uma transição tranquila – e com oferta mais ampla de peças – para essas novas telas.

A fabricante japonesa anunciou que está investindo cerca de US$ 566 milhões na construção de um centro de fabricação de displays OLED

Isso fica claro graças a um anúncio recente da Sharp. Comprada pela Foxconn há alguns meses, a fabricante japonesa anunciou que está investindo cerca de US$ 566 milhões (R$ 1,85 bilhão) na construção de um centro de fabricação capaz de produzir displays OLED em massa até junho de 2018. Segundo o analista Amir Anvarzadeh, da BGC Partners, esse pedido não oficial da Apple para que a empresa ajudasse no fornecimento de peças para o novo iPhone pode ser suficiente para acelerar esse cronograma consideravelmente.

Preparando terreno

Partindo da informação que, atualmente, 27% de toda a receita da Sharp vem de produções feitas para a Empresa da Maçã, não é improvável que a companhia decida dedicar parte de seus recursos na fabricação de painéis OLED de forma quase exclusiva para a Apple antes de abrir oficialmente as suas portas para o restante do mercado. Outra opção bastante viável é de que a dona dos iPhones conte apenas com a Samsung como fornecedora até que a fábrica da subsidiária da Foxconn fique pronta.

A dupla Sharp/Foxconn pode ajudar a Apple a não depender apenas da Samsung

E aí, será que veremos mesmo um iPhone 8 de tela brilhante e com cores vivas no ano que vem ou é melhor esperar por algum tipo de iPhone 7s com algumas poucas melhorias pontuais? Deixe o seu comentário sobre o tema mais abaixo e diga que recursos você acha que não podem faltar em uma próxima versão do dispositivo.

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