Um dos maiores rumores relacionados à nova geração de iPhones dizia que eles chegariam às lojas com telas Sapphire — que oferecem muito mais resistência do que as telas de vidro. Mas a verdade é que, durante o evento da Apple realizado na última terça-feira, o nome da tecnologia de displays só foi mencionado quando o Apple Watch foi apresentado. Mas o que aconteceu, afinal?

A hipótese mais provável até agora é a de que três empresas seriam as responsáveis pelo problema. Seriam elas: GT Advanced Technologies (fornecedora dos materiais) e Biel Crystal e Lens Technologies (pós-processadoras que transformariam as grandes placas de Sapphire em componentes prontos para equipar os smartphones).

Segundo o Wall Street Forensics, a GTAT enviou grandes quantidades do material para as outras companhias, mas elas estariam com problemas para cortar e criar as extremidades das telas. Com isso, é estimado que os rendimentos relacionados às telas poderiam cair em até 25%, o que tornaria inviável o lançamento dos aparelhos no prazo estabelecido pela Apple.

De acordo com os relatos da fonte já mencionada, a produção poderia ser normalizada em poucas semanas — ou seja, se o lançamento fosse programado para outubro, os iPhones 6 teriam tela Sapphire.  Agora, parte dos materiais será utilizada nos relógios inteligentes da mesma marca. Muito do que havia sido enviado para a Biel e para a Lens está agora voltando para a GTAT — não há confirmação, mas estima-se que as placas Sapphire podem ser reprocessadas para que possam ser utilizadas em gerações futuras de aparelhos eletrônicos.

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