No ano passado, a companhia ChatPerf apresentou ao mundo um acessório capaz de enviar aromas por meio de um iPhone (saiba mais aqui). Pois estimular sentidos até então “inacessíveis por mobiles” parece ser a nova maré de empreitadas que a indústria da tecnologia está disposta a encarar. Desenvolvido por David Edwards e Rachel Field, ambos pesquisadores de Harvard, o oPhone promete também aguçar o olfato de quem deseja compartilhar mais esta experiência sensorial. Baseado em sistema de “comunicações de vapor”, o periférico entrega aromas a quem decidir cheirar o gadget.

Mas, afinal, como o oPhone funciona? Por utilizar o oChip (cartucho que exala aromas e possibilita a combinação de até 300 mil cheiros), a tecnologia do acessório pode de fato “cozinhar” uma miríade por exemplo, de fragrâncias por até 10 segundos – o oPhone é equipado com 8 cartuchos oChip, deve-se dizer. E, para que seu contato consiga cheirar o que você deseja compartilhar, basta que um aplicativo para iPhone seja baixado (visite a página do projeto e saiba mais). Uma vez fotografado um prato determinado, o usuário deve escolher então os aromas que mais se adequam à caracterização do alimento, salvar a seleção em um arquivo “oNote” e então enviar a instrução mundo afora.

Sensações cada vez mais "completas" estão sendo emuladas por eletrônicos.

A equipe responsável pela criação do oPhone pretende lançar o aparelho em 2015. Para tanto, o montante de US$ 150 mil precisa ser angariado até o dia 31 de julho – apoie a campanha por meio deste link (via IndieGogo). O preço sugerido do gadget fica em US$ 199 (isso se a produção do sofisticado acessório for devidamente iniciada). “Dizem que uma imagem significa mais que mil palavras. Agora, um aroma vale mais que mil imagens. Imagine o que podemos compartilhar”, diz David Edwards ao final do clipe de demonstração de oPhone.

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