Quando uma nova tecnologia surge com a premissa de desbancar invenções antigas ou revolucionar o mundo inteiro, não faltam céticos que avisam que a novidade "nem é tudo isso". O mais curioso é que, em muitos dos casos, esse povo "quebra a cara".

Isso porque algumas das inovações que eram vistas com desconfiança simplesmente revolucionaram a ciência, se enraizaram na cultura mundial e viraram praticamente indispensáveis. Acredite: tinha gente que achava que até mesmo a nossa tão querida internet era um "fogo de palha" e não seria um sucesso tão estrondoso assim, muito menos substituiria tarefas offline.

Confira a lista a seguir e o vídeo acima.

5. Filmes falados

Os filmes no cinema antes de 1927 eram mudos, com aquelas telas estáticas com as falas escritas e às vezes até com uma orquestra acompanhando a projeção ao vivo. A revolução ocorreu com "O Cantor de Jazz", que inovou ao usar sons de música e falas. Só que alguns setores da indústria não acreditavam que aquele "truque barato" (que, na verdade, saía bem caro) ia durar. Dois anos depois, filmes mudos já não eram nem a prioridade dos grandes estúdios.

4. Carros

Quando Henry Ford apareceu com o automóvel preto Model T, não foram poucos os videntes fajutos que achavam que aquela máquina barulhenta ia cair no esquecimento... E que os cavalos, esses sim, tinham vindo pra ficar. Diz a lenda que até um dos advogados de Ford quase foi convencido a não comprar ações do chefe. Ele investiu 5 mil dólares em papéis e, dez anos depois, revendeu por doze milhões. Hoje em dia, você mal consegue andar pelas ruas de tanto carro por aí.

3. Tablets

Tinha gente que previa o fim de computadores pessoais e notebooks, mas com os tablets as críticas foram ainda maiores. Quem precisa de um celular gigante que nem faz ligações? Nem mesmo Steve Jobs estava tão convencido assim. Em 2003, ele avisou que pessoas queriam teclados físicos e que, ao olhar pros tablets, ele só enxergava que eles iam fracassar. Sete anos depois, saía o iPad e começava a revolução.

2. A internet

Até mesmo a nossa tão amada internet não tinha um prazo de validade muito alto, segundo especialistas — alguns que até trabalharam em sua melhoria ou criação. Robert Metcalfe, inventor do Ethernet, achava que ela ia "explodir como uma supernova" em 1996. Já o astrônomo Clifford Stoll ficou eternizado por um artigo publicado no mesmo ano. No texto, ele diz que bancos de dados não dariam certo, ebooks e jornais digitais eram uma mentira e o computador nunca ajudaria na educação. Errou pouco, né?

1. E-commerce

Muitas pessoas também duvidavam do comércio eletrônico, que seria inseguro e cheio de pornografia — algo que continua até hoje, apesar do crescimento do segmento. O mesmo Clifford Stoll falou que adquirir passagens aéreas, reservar restaurantes e fazer compras online era algo inimaginável. Aí ele perguntou: "Como isso vai acontecer se o mercado aqui da esquina fatura em uma tarde o que a internet faz em um mês?". Hoje, temos a resposta.

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