Na semana passada, rumores indicaram que a Google estaria trabalhando em um sistema operacional próprio para desfragmentar o conceito de Internet das Coisas (também conhecida como “Internet of Things”, IoT, ou “Internet of Everything”, IoE). Batizado como Google Brillo, o suposto projeto visa desenvolver um SO que seja leve o suficiente para equipar geladeiras, trancas, lâmpadas e outros dispositivos capazes de compor uma “casa inteligente”.

Por mais que a ideia seja fantástica, é errado dizer que a Google será a primeira a investir em algo do gênero. Na semana passada, a chinesa Huawei anunciou que está trabalhando no LiteOS, um sistema operacional que pesa apenas 10 KB (ocupando o posto de SO mais leve de sua categoria) e poderá ser em breve embutido em uma variedade absurda de aparelhos eletrônicos e até mesmo em carros.

O LiteOS será completamente aberto (open source), de forma que desenvolvedores poderão criar seus próprios apps para o ecossistema. A Huawei estima que no ano de 2025 haverá cerca de 100 bilhões de dispositivos conectados ao redor do mundo inteiro, e ressalta que seu objetivo corporativo “não é prover aparelhos, mas sim conexões”. Ou seja: tudo indica que estamos diante de uma nova tendência no mercado tecnológico e que a Internet das Coisas será o novo foco ao longo dos próximos anos.