(Fonte da imagem: Reprodução/Wikimedia Commons)

Um dos mais respeitados físicos da atualidade, Stephen Hawking é um guerreiro: mesmo convivendo com uma esclerose lateral há 50 anos, ele continua se comunicando a partir de um dispositivo gerador de fala. O problema é que a saúde do cientista está cada vez pior – e a Intel, que já fornece equipamentos para ele há algum tempo, está correndo contra o tempo para garantir a comunicação do teórico britânico.

Atualmente, Hawking soletra suas falas utilizando um sensor que reconhece movimentos do globo ocular e contrações nas bochechas, transformando-os em frases narradas por uma voz sintética. Ele é capaz de formar uma palavra por minuto, mas a fabricante quer deixar esse processo dez vezes mais rápido.

Chefe do setor de tecnologia da empresa, Justin Rattner aceitou o desafio e já começou a planejar o próximo comunicador de Hawking. Estuda-se um aparelho que seja sensível a outros movimentos do rosto (como as sobrancelhas e a boca) e até a utilização de código Morse. Programas de reconhecimento facial também podem ser usados.

Mas não pense que Hawking será o único beneficiário do esforço da Intel: a ideia, caso o sistema dê certo, é fornecer a tecnologia também para outros pacientes que sofram de doenças similares.

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