Imagine que o componente de baixo é o grafeno: maior densidade e capacidade de armazenamento.
(Fonte da imagem: Reprodução/Arstechnica)

Cientistas da Monash University alegam terem desenvolvido um supercapacitor de grafeno que não é só viável para produção, mas também possui um desempenho muito melhor que as peças convencionais de veículos, gadgets e outros dispositivos.

O problema dos supercapacitores comuns, feitos com um carbono em alta quantidade e cheio de poros, é a relação entre energia e volume: apesar da alta vida útil, um componente muito grande é necessário para armazenar uma pequena quantidade de energia.

Com o grafeno, esse problema acaba. O método usa películas desse material em gel, separadas por um eletrólito líquido que também serve como condutor – com tudo isso acontecendo em escala microscópica.

A ideia é fazer supercapacitores menores e de maior capacidade. De acordo com o professor responsável pelo projeto, Dan Li, a etapa atual de laboratório é a última antes do produto passar para a fase de comercialização.

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