Na última quarta (24), a Google anunciou que irá construir um novo data center que será incorporado à rede da empresa. Atualmente, a companhia já conta com 13 infraestruturas diferentes ao redor do mundo, incluindo os recém-construídos em Singapura e também na Bélgica.

Localizada no Condado de Jackson (no noroeste do Alabama, EUA), a usina de carvão de Widows Creek começou a produzir energia a partir do dia primeiro de julho de 1952. No entanto, devido as mudanças na regulamentação de produção e distribuição de energia elétrica americana o último gerador (ainda em funcionamento) deverá ser desativado permanentemente em outubro de 2015.

Conforme Patrick Gammons (gerente sênior de energia e localização estratégica para data centers) relatou, décadas de investimentos naquele local não deveriam ser desperdiçados só porque ele será fechado. “Data centers exigem uma grande e complexa infraestrutura para funcionar 100% no regime 24/7 e regiões industriais como a de Widows Creek apresentam um alto potencial e facilidade para serem remodelados”.

Devido ao acordo negociado com a TVA (Autoridade do Vale do Tennessee), a companhia de Mountain View poderá utilizar as linhas de transmissão que já existem para movimentar a energia renovável que vai ser gerada para alimentar o novo data center. O objetivo principal é produzir e consumir somente energia limpa.

Curiosidade

Ao longo dos últimos anos, o Google se tornou o maior consumidor de energia renovável do mundo. Aproximadamente 1,5% do que é produzido pelos geradores eólicos dos Estados Unidos é comprado pela empresa.

Com o passar do tempo, novas tecnologias foram desenvolvidas para otimizar a eficiência dos servidores, novos métodos foram projetados para resfriar os circuitos e placas de armazenamento de dados. “Comparado com cinco anos atrás, hoje em dia conseguimos aproveitar 3,5 vezes mais da capacidade das instalações utilizando a mesma quantidade de energia”, afirmou Gammons.

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