Depois de muita espera, finalmente está disponível o Google Drive, o sistema de armazenamento online da Google. Entretanto, apesar das expectativas geradas e da satisfação de muita gente com o novo aplicativo, houve também algumas dúvidas envolvendo os direitos da Google sobre os arquivos hospedados em seus domínios.

Como você conferiu aqui no Tecmundo, os termos de licença de uso do serviço deixavam margem para interpretações nada amistosas sobre isso, dando a entender que quem aceitasse tais termos concederia poderes plenos à Google para usar seus documentos como bem entendesse.

Contudo, é possível que nem tudo seja tão tenebroso assim — pelo menos essa é a interpretação de Brad McCarty, editor do site The Next Web (TNW). Em postagem publicada na última terça-feira (24), McCarty afirmou que a intenção da Google não é se apropriar do seu conteúdo, mas sim oferecê-lo novamente para você sem problemas.

Google inocente?

McCarty considera “muito inocentes”, apesar de serem ambíguos, os termos que garantem à Google o direito de publicar e distribuir seus documentos. Para ele, “a menos que você garanta especificamente à Google o direito de hospedar, armazenar, usar e reproduzir estes documentos, não seria possível fazer isso [oferecer seu próprio conteúdo para você mesmo]”.

Em suas próprias palavras: “Parece-me que a Google procura uma permissão para exibir o seu trabalho, para você, quando você acessá-lo de um local que é considerado “público”, como uma biblioteca ou um cibercafé”. Para finalizar sua análise, o editor do TNW afirma que “sempre que você dá a uma companhia a permissão para usar seu conteúdo, você corre um risco”.

E você, o que acha? Acredita ser coerente essa interpretação dos termos de uso do Google Drive ou pensa que a gigante da web pode realmente estar interessada no conteúdo que pode ser armazenado em seus servidores?

Fonte: The Next Web

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