É inegável a presença da Google em nossas vidas. Por ser a maior ferramenta de busca do mundo, possuir sistemas operacionais e centenas de softwares que atacam em várias frentes, é praticamente impossível passar um dia sem entrar nos servidores da empresa. Por isso, muita coisa ilegal também acaba entrando.

Por meio do Relatório de Transparência, a Google afirma que recebeu mais de 1 bilhão de pedidos de retirada de conteúdo em 2016 — destes, 914 milhões foram aprovados pela companhia.

"A Google recebe regularmente solicitações de remoção de conteúdo que possa violar direitos autorais. Esse relatório fornece dados sobre as solicitações de remoção de resultados da pesquisa que direcionam usuários a esses materiais. Nossa meta é oferecer transparência para que todos possam entender o impacto que os direitos autorais têm no conteúdo disponível", diz o relatório.

Em três dias em 2017, o número já subiu em 1 milhão

Por meio do gráfico, também é possível ver o aumento de solicitações ao longo dos anos — é preciso levar em conta que o número de sites também subiu muito desde 2013.

Crescimento de pedidos

Veja, ano a ano, desde que o relatório de transparência é medido, a quantidade de pedidos de remoção recebidos pela Google. Além disso, você pode notar como o número praticamente dobrou de 2015 para 2016:

  • 2011: 10 milhões (aproximado) 
  • 2012: 50 milhões (aproximado) 
  • 2013: 235 milhões (aproximado) 
  • 2014: mais de 345,1 milhões 
  • 2015: mais de 555,8 milhões 
  • 2016: 1.074.273.984 (1,07 bilhão)

A maioria das solicitações de remoção vieram da BPI (British Phonographic Industry), que preencheu mais de 82 milhões de pedidos. Outros companhias que também tiveram números altos foram: Microsoft, Fox, HBO e NBC Universal.

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