O ano de 2016 definitivamente tem sido o ano da inteligência artificial, e a Google já tem trabalhado nisso há um bom tempo. Ela está no Google Now, no Google Fotos e em vários outros produtos da companhia. Por isso, a expectativa para o futuro da gigante das buscas é se tornar a “gigante da inteligência artificial”.

“Nós vamos sair do ‘mobile first’ para o ‘Artificial Intelligence first’”, disse Sundar Pichai sobre o movimento que a companhia está fazendo na carta dos fundadores aos acionistas publicada ontem (28/04). Essa carta chega junto com a divulgação dos resultados financeiros da Alphabet para o primeiro trimestre de 2016.

“Nós temos investido em aprendizado de máquina e inteligência artificial há anos, mas penso que estamos num ponto excepcionalmente interessante, em que essas tecnologias estão realmente decolando. Isso é muito importante para negócios também. Fazendo isso de uma forma muito cuidadosa, vemos um grande diferenciador em relação aos concorrentes”, completou Pichai.

Estamos num ponto excepcionalmente interessante, em que essas tecnologias estão realmente decolando

É interessante notar que o atual CEO da Google vê a inteligência artificial não apenas com um produto para o consumidor final, mas também para empresas. Essa visão tem a ver com a nova investida da companhia no setor corporativo, onde empresas como Amazon e Microsoft estão se dando muito melhor que a Google.

Por conta disso, a gigante das buscas vai investir mais nos seus serviços de computação em nuvem. A expectativa é que, até 2020, esse setor possa ser mais lucrativo para a companhia do que a própria divisão de buscas, que tem sido o carro-chefe da Google desde sempre.

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