Em outubro do ano passado, um jornalista do Wired conseguiu extrair uma informação muito importante de representantes da Google. Pouco antes, ele descobriu que os aparelhos Pixel e Pixel XL — que ainda não estava no mercado — não seriam equipados com vedação que os tornassem à prova d'água.

E o motivo para isso era muito simples: os engenheiros ficaram sem tempo de adicionar mais funcionalidades ao sistema. De acordo com o editor, a Google teve um prazo muito curto para trabalhar com o smartphone — foram apenas nove meses de projetos desde os primeiros rascunhos até o resultado final.

Dessa forma, algumas das funções projetadas tiveram que ser deixadas de lado antes da colocação do aparelho no mercado — lembrando que o Pixel é considerado o primeiro smartphone "doméstico" da Google, sendo completamente desenhado por ela e apenas produzido por terceiros. 

Era desejo da Google ter a certificação IP no Pixel e, se isso ficou faltando na primeira geração, é quase certo que o mesmo não ocorra na segunda. Em resumo: há 99% de chances de que o próximo Pixel surja completamente à prova d'água — e 100% de chances de estar nos planos da gigante de Mountain View.

Será que isso pode tornar o dispositivo ainda melhor?

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