Ainda que os smartwatches estejam crescendo em um ritmo relativamente lento, é inegável que eles estão se tornando algo mais comum na vida das pessoas, e isso afeta também o mercado de pulseiras inteligentes capazes de rastrear atividades físicas, que se tornam menos procuradas. Pensando nisso, a Garmin resolveu trazer algumas funcionalidades diferentes para a sua nova Vivosmart 3, incluindo um medidor de stress e até de consumo de oxigênio.

Conseguir aferir com precisão os níveis de stress de uma pessoa é uma tarefa bastante difícil se você não tiver dados a respeito de seu estilo de vida e índices de saúde. Por esse motivo, falar que um dispositivo é capaz de fazer isso só com base em variações de batimentos cardíacos é uma afirmação no mínimo corajosa – e que, pela mesma razão, deve ser considerada com um pouco de cautela até que testes confirmem sua precisão.

A Vivosmart 3 promete medir seu consumo máximo de oxigênio

Outra novidade da Vivosmart 3 é sua suposta capacidade de mensurar o consumo máximo de oxigênio (“VO2 max”, em inglês), uma métrica que serve para indicar o desempenho físico geral de atletas. Por meio dos batimentos cardíacos e sem o auxílio de qualquer aparato respiratório, a smartband classifica o estado atual de seu usuário em uma escala que vai de uma performance fraca até uma superior. Novamente, a afirmação é ousada, e uma pitada de sal é recomendada.

Mudanças para melhor e pior

Em geral, a Vivosmart 3 apresenta um corpo bem mais fino do que o da sua antecessora, a Vivosmart HR. Além disso, o sensor de batimentos cardíacos é bem menos protuberante, incomodando bem menos durante a utilização. Por fim, a tela tem um brilho maior, mas a camada emborrachada que a cobre faz com que pareça frequentemente embaçada e dificulte a visualização sob sol forte. Além disso, ela não conta com GPS.

A novidade já está disponível lá nos Estados Unidos, onde pode ser encontrada por US$ 140 (cerca de R$ 441, em conversão direta). O preço é um pouco mais barato do que o da principal concorrente, a Fitbit Alta HR – que sai por US$ 150 (em torno de R$ 473) –, oferecendo praticamente os mesmos recursos.

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