A chuteira talvez seja uma das principais "ferramentas" que ajudam os atletas durante uma partida. Então, a Nike está querendo mostrar toda a tecnologia empregada na Magista 2, que chegará ao mercado norte-americano nessa semana.

De acordo com a companhia, foram dois anos de pesquisas sobre como melhorar chuteiras. Além disso, a Nike coletou dados de jogadores e também realizou a impressão 3D de diversos protótipos antes de lançar o produto final.

A Nike comenta que a Magista 2 é 30% mais leve que o modelo anterior — a base foi totalmente reconstruída sobre uma ferramenta chamada Finite Element Analysis, que une dados sobre padrões de tração, por exemplo.

Por meio de 20 câmeras, a Nike captura movimentos do pé em até 10 mil fps

Segundo a equipe de desenvolvimento, os protótipos 3D da Magista serviram para simular dezenas de ambientes nos quais a rotação, a aceleração e a desaceleração poderiam ser testados. Os dados angariados ao longo de dois anos também mostraram as principais partes utilizadas da chuteira para tocar na bola, dessa maneira, a Nike pode trabalhar na sensibilidade do calçado.

Para você entender, em números, como a Nike pega esses dados: por meio de 20 câmeras, ela captura movimentos do pé em até 10 mil quadros por segundo — e tudo isso ainda pode ser capturado por um sistema de movimento 3D que recria em animação esses movimentos.

Obviamente, a Nike "enche a bola" da Magista 2: "A experiência de jogar com a chuteira é como usar uma meia grossa", disse ao Engadget. A Magista 2 chega aos EUA por US$ 300 (R$ 985) na versão com travas para campo, a versão futsal sai por US$ 175 (R$ 574).

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