Desde a última quarta-feira (08), funcionários da Foxconn na China têm entrado em greve por várias horas em protesto contra o aumento da sua carga de trabalho. De acordo com o Wall Street Journal, a paralisação foi feita por cerca de mil pessoas na fábrica de Chongqing, onde trabalham 30 mil funcionários.

Esse aumento na carga de trabalho quer dizer que a empresa tem exigido maior produtividade de várias pessoas, às vezes fazendo com que um indivíduo assuma as atividades de dois. Como resultado disso, os funcionários não conseguem mais fazer horas extras, algo que parece ser uma parte muito importante na composição de seus salários.

Sindicatos das diversas categorias de trabalhadores da empresa têm se reunido com a Foxconn para resolver a situação, mas, até que isso seja sanado, é possível que a empresa perca em produtividade. Se ela demorar em atender as demandas dos funcionários em greve, podem acontecer atrasos na produção de produtos da Microsoft, Apple, Sony e HP, que usam os serviços da Foxconn para fabricar boa parte dos seus eletrônicos.

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