A montadora Ford está de olho no futuro da mobilidade. A empresa anunciou que está investindo pesado em parcerias e pesquisas para desenvolver um carro que seja considerado inteligente.

O objetivo é desenvolver tecnologias que ajudem o motorista durante na direção e também protejam os pedestres. Na parte técnica, a empresa também busca conceitos em eletrônica avançada e na criação de sistemas propulsores de última geração.

A ideia da pesquisa conjunta é antecipar demandas em conectividade, mobilidade e veículos autônomos — além de tornar tais tecnologias acessíveis aos clientes (não apenas do segmento de luxo) o mais rápido possível. Um exemplo da estratégia é que o sistema de conectividade SYNC está disponível também na linha de carros de entrada da Ford, como o Ka.

Conectar para evoluir

“A conectividade é hoje definida com uma estratégia comercial que avança a cada dia para tornar essa tecnologia acessível a todos os consumidores”, diz David Borges, especialista em Carros Conectados da Ford na América do Sul. Os laboratórios avançados próprios da Ford para pesquisa ficam em Palo Alto, no Vale do Silício, e em Achen, na Alemanha.

A Ford acredita na evolução conjunta de todos os sistemas dos veículos (acelerador, direção, freios, assistência, entretenimento e por aí vai) com o uso de redes de comunicação entre veículos, infraestrutura viária e a nuvem. É só assim que carros autônomos (ou seja, que dirigem sem precisar do motorista humano) podem chegar ao mercado — embora a Ford não faça nenhuma promessa ou sugira prazos na área, ao menos por enquanto.

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